O Empirismo de David Hume
Автор: Saia da Caverna - Prof. Zé
Загружено: 2020-04-07
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David Hume e o Empirismo radical. Teoria do conhecimento a partir das noções de impressão é ideia. Os conceitos e a função da crença e do hábito no processo do conhecer.
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Segundo Hume, o conhecimento é constituído por percepções, estas são as impressões e ideias. As impressões englobam as sensações, as emoções e as paixões. Elas possuem um elevado grau de força e vivacidade, porque correspondem a uma experiência presente ou atual. As impressões constituem a base, a origem, o ponto de partida dos conhecimentos. As ideias são as representações ou imagens das impressões no pensamento. Ainda correspondem as memórias ou imagens enfraquecidas das impressões no pensamento. Elas são menos vivas e intensas do que as impressões, já que estas são a causa das ideias. Não pode existir ideia sem uma impressão prévia. Não há conhecimento fora dos limites impostos pelas impressões.
Se as impressões são a fonte de todo conhecimento humano, inclusive os pensamentos; como podemos pensar na existência de uma montanha de ouro, se não tenho a impressão dela? Estamos apenas unindo a ideia de montanha com a ideia de ouro. Dessa forma criamos uma ideia complexa. Montanha e ouro são ideias simples, que vieram necessariamente de impressões simples; a junção dessas duas ideias simples leva a formação da ideia complexa de montanha de ouro. Assim, é evidente que nem toda ideia complexa vem direto de uma impressão complexa, como a montanha de ouro, já que ela não existe, só a temos em mente por unir ideias simples, essas sim provenientes de impressões simples. Com o método da decomposição descobre-se a impressão que deriva a ideia, ou seja, decompondo a ideia de montanha de ouro, chegamos às ideias de montanha e ouro, que são simples, assim vamos chegar às impressões que tivemos de montanha e de ouro. Assim entende-se como podemos ter a ideia de algo que não existe empiricamente.
O que explica as questões de fato do mundo? Para Hume a resposta encontra-se no hábito que o homem tem de associar um fato posterior a um anterior. O fato de um fenômeno ser sempre seguido por outro no tempo, faz com que os dois sejam relacionados como se houvesse conexão causal entre eles, mas na verdade é apenas uma crença levada pelo hábito. Assim, causa e efeito, enquanto impressões sensíveis, não seriam mais que o anterior e o posterior de uma sucessão temporal, transformados em elos de uma vinculação necessária. Isso ocorre subjetivamente e seu fundamento encontra-se no sentimento de crença, algo muito diferente dos processos intelectuais e racionais de inferência lógica. Quando se vê um copo cair, não se deduz logicamente que ele vá quebrar; espera-se, porém, que isso aconteça e, sobretudo, acredita-se firmemente que isso vá ocorrer em seguida. Hume afirma que as inferências sobre as questões de fato não se baseiam em processo racional, Seus fundamentos seriam, portanto, irracionais, pois a crença que está na base de todo o conhecimento natural não tem qualquer estruturação lógica. Conclui-se que o fundamento das inferências sobre as questões de fato, esta no hábito (que advém da repetida observação sensível de eventos sucessivos) que acaba por inferir a existência de um objeto (efeito), pelo aparecimento de outro (causa).
• A crença (advinda do hábito) é a única hipótese para o estabelecimento de leis gerais sobre o mundo.
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Sobre o prof. Zé Roberto.
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José Roberto é professor de Filosofia graduado e licenciado pela Universidade Federal de Uberlândia. Mestrando em filosofia pela mesma universidade. Trabalha nas redes: pública e particular de Uberlândia e em cidades da região do triangulo mineiro. Leciona, além de filosofia, sociologia nos ensinos fundamental e médio, em cursinhos preparatórios, entre outros. - “Sou um professor de humanidades, um professor ‘raiz’; sou pai, filósofo, mas como um apaixonado pela sala de aula, sou acima de tudo orgulhosamente professor.
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