A REALIDADE de morar na Suíça ILEGALMENTE
Автор: Angelo Piletti
Загружено: 2025-09-03
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Morar na Suíça é o sonho de muita gente — também foi o meu. Mas vale a pena perseguir esse sonho “a qualquer custo”, inclusive de forma ilegal? Neste vídeo eu explico por que não recomendo ficar ilegal e trago dados, fatos e leis para fundamentar tudo.
Os 3 alicerces de quem vive aqui:
Sem enrolação: falamos dos três pilares da vida na Suíça — seguro de saúde, moradia e trabalho — e como cada um deles fica (muito) mais difícil quando você está sem documentação.
Seguro de saúde mesmo estando ilegal:
Por mais estranho que pareça, é possível contratar seguro de saúde na Suíça mesmo irregular — e a seguradora não pode te denunciar. Ainda assim, é obrigatório ter seguro a partir do 1º dia de residência (com cobrança retroativa se atrasar), e a falta dele pesa contra na futura regularização.
Trabalho sem permissão: multas, prisão e banimento:
Trabalhar sem permissão é crime para você e para o empregador. Há multas, risco de prisão e banimento do Espaço Schengen por até 5 anos (ou mais em casos graves). Na prática, as vagas tendem a ser pouco qualificadas e pagam abaixo da média, muitas vezes sem contribuir para a AVS (1º pilar).
Moradia: por que quase ninguém aluga para irregulares:
Proprietários e imobiliárias pedem documentos, permesso, contrato de trabalho e extrato de dívidas. Por isso, quem está irregular costuma acabar em quartos compartilhados, Airbnb e situações precárias, por anos, com risco para quem abriga (inclusive prisão e multas).
“Caso a rigor” (regularização caso a caso):
Se depois de anos você decidir se apresentar para tentar a regularização, o processo é cantonal + federal e envolve risco real de deportação se for negado. É essencial levar um dossiê robusto e saber que é possível recorrer.
O que entra no dossiê (critérios de avaliação):
Pesam muito: integração (idioma, conduta, rede social), antecedentes criminais, situação familiar (filhos escolarizados ajudam), autossuficiência financeira, tempo de residência, estado de saúde e perspectiva de reintegração no país de origem (quanto mais difícil se reintegrar, mais conta a seu favor).
Exemplo de requisitos mínimos em Zurique:
Alguns cantões estipulam cortes mínimos para enviar o caso à Secretaria Federal. Em Zurique, pedem pelo menos A2 no idioma local e, via de regra, 10 anos de residência para indivíduos ou 5 anos para famílias com filhos — sempre com integração e estabilidade.
Aprovados x negados por cantão:
Os números são pequenos na maioria dos cantões e Genève se destaca com volume alto de aprovações. Lembre: esses dados se referem só aos dossiês enviados (não incluem todos os que foram descobertos e deportados antes).
Projeto Papyrus (Genève): acabou em 2018:
O famoso Projeto Papyrus regularizou cerca de 3.000 pessoas em 2017–2018 com critérios claros (tempo, trabalho, integração, autonomia). Não existe mais. Quem conseguiu, conseguiu — hoje a via é caso a caso.
Se você tem passaporte europeu (UE/EFTA):
A história é outra. Com passaporte europeu, você pode vir com emprego (processo facilitado) ou provar meios próprios (ex.: renda/negócio remoto), alugar, se registrar no Comune e solicitar o permesso com muito menos atrito.
Ferramentas exclusivas para membros do canal:
Na área de membros você encontra +70.000 vagas (muitas fora do LinkedIn), comparador de cantões (criminalidade, impostos, etc.), calculadoras, artigos, vídeos e notícias e um fórum para trocar experiências e fazer networking — um atalho real para quem quer vir do jeito certo.
Conclusão:
Colocando na balança riscos legais, banimentos, vida vulnerável e perspectiva profissional limitada, ficar ilegal não compensa. Com paciência e prudência, dá para chegar ao seu objetivo por vias legais, com menos sustos e mais futuro.
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