É assim que vive JUNIOR BAIANO. Um ex - Zagueiro Bruto e ao mesmo tempo GOLEADOR. Lembra dele ?
Автор: Lion Sports
Загружено: 2026-02-02
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#futebol #fortuna
Juninho Pernambucano — ou melhor, Júnior Baiano — iniciou sua trajetória no futebol ainda muito jovem, quando chegou às divisões de base do Flamengo em 1989. Desde cedo, já chamava atenção pela força física, presença de área e personalidade marcante, características que viriam a definir toda a sua carreira.
O primeiro grande destaque veio em 1990. Titular absoluto do time rubro-negro na Copa São Paulo de Futebol Júnior, Júnior Baiano foi decisivo ao marcar o gol do título na final, ajudando o Flamengo a conquistar a principal competição de base do país. Ali, começava a surgir um zagueiro que não passava despercebido.
Ao longo da carreira, Júnior Baiano teve quatro passagens pelo Flamengo, construindo uma história sólida e vencedora. Com o Manto Sagrado, conquistou Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro de 1992, dois Campeonatos Cariocas e a Copa dos Campeões Mundiais. Ao todo, foram 288 jogos e 32 gols, números impressionantes para um defensor. Ao lado de Juan, tornou-se um dos zagueiros que mais marcaram gols na história do clube, unindo imposição defensiva e presença ofensiva.
Em 1994, deu um passo importante na carreira ao se transferir para o São Paulo, comandado por Telê Santana. Sob a orientação de um dos maiores técnicos da história do futebol brasileiro, Júnior Baiano passou por uma transformação significativa. Apesar da fama de zagueiro duro e por vezes violento, Telê conseguiu lapidar seu jogo, tornando-o um marcador mais técnico, disciplinado e, sobretudo, um líder dentro de campo.
Pelo Tricolor Paulista, entre 1994 e 1995, conquistou a Recopa Sul-Americana de 1994 e marcou 11 gols em 81 partidas, mantendo sua característica de zagueiro-artilheiro. Sua passagem pelo São Paulo também ficou marcada por episódios polêmicos, como quando, após um clássico contra o Corinthians em 1995, insinuou que o árbitro Oscar Roberto Godói teria apitado a partida embriagado — caso que acabou indo parar na Justiça.
Após se consolidar no futebol brasileiro, Júnior Baiano partiu para a Europa. Na temporada 1995–1996, atuou pelo Werder Bremen, da Alemanha, tornando-se o primeiro brasileiro da história do clube. Sua passagem pelo futebol alemão foi intensa: disputou 41 partidas, sendo titular em 32 delas, com atuações consistentes na Bundesliga, Copa da UEFA e Copa da Alemanha, além de dois gols marcados.
Apesar do bom desempenho e até de figurar na seleção da temporada da Bundesliga, sua trajetória no Werder Bremen teve um fim abrupto. Em uma partida da Copa da Alemanha, Júnior Baiano acabou sendo expulso após agredir com um soco o meio-campista croata Niko Kovač, do Bayer Leverkusen. O episódio encerrou sua passagem pelo clube, mas não apagou o impacto que ele teve no futebol alemão.
Após disputar a Copa do Mundo da França com a Seleção Brasileira, Júnior Baiano chegou ao Palmeiras já com status de reforço de peso, pensando grande: a Copa Libertadores de 1999. Alto, imponente e dono de um estilo de jogo viril, não demorou para se impor. Rapidamente virou uma das referências daquele time forte, que já vinha embalado pelo título da Copa Mercosul de 1998.
E não era só na defesa que Júnior Baiano fazia diferença. Pelo Palmeiras, ele confirmou uma fama rara para um zagueiro: a de zagueiro-artilheiro. Na Libertadores de 1999, foi simplesmente o goleador do time, com cinco gols marcados na campanha que terminou com o título continental. Um feito histórico para um defensor.
Ao todo, Júnior Baiano disputou 72 partidas com a camisa alviverde, somando 42 vitórias, 12 empates e 18 derrotas. Estreou em um amistoso, na goleada por 5 a 0 sobre a Seleção de Pontalina, em julho de 1998, e se despediu no empate eletrizante em 3 a 3 contra o Flamengo, em dezembro de 1999. Um ciclo curto, mas extremamente vitorioso.
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