Gols do Fantástico -Léo Batista-19/04/1998
Автор: FLÁVIO COLARES
Загружено: 2021-11-14
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Programa gols do Fantástico de 19 de Abril de 1998, com apresentação de Léo Batista. Nesse programa o grande destaque é o título da taça Guanabara do Vasco na final contra o Flamengo.
Todos os jogos:
Palmeiras 1 x 2 São Paulo (Paulista)
Internacional 3 x 1 Glória (Gaúcho)
Rio Branco-PR 0 x 2 Atlético-PR (Paranaense)
Vila Nova 2 x 2 Goiás (Goiano)
Santa Cruz 3 x 1 Náutico (Pernambucano)
Bahia 1 x 3 Vitória (Copa do Nordeste)
Vasco 0 x 0 Flamengo (Carioca)
João Baptista Bellinaso Neto, mais conhecido como Léo Batista (Cordeirópolis, 22 de julho de 1932), é um jornalista, dublador e locutor brasileiro. Comanda quadros esportivos na Rede Globo, além de apresentar algumas edições do programa Globo Esporte. Léo é um dos jornalistas que transmitiram a primeira partida oficial de Garrincha no futebol.
Filho de imigrantes italianos,[1] Léo Batista nasceu no interior de São Paulo. Começou a trabalhar na adolescência no serviço de alto-falantes da localidade natal. Mais tarde, estreou como redator na Rádio Globo, no Rio de Janeiro, para onde se mudou no início da década de 1950. Depois transferiu-se para a extinta TV Rio, na qual durante treze anos comandou o “Telejornal Pirelli”, à época um dos mais prestigiados do país.
Em 1970, ingressou na Rede Globo, onde está há mais de 40 anos e só não é mais antigo que o colega Cid Moreira. Na emissora, Léo inaugurou o Jornal Hoje, participou do Globo Rural, narrou os gols da rodada no Fantástico, e tem microfone cativo no Globo Esporte e no Esporte Espetacular.
O pseudônimo "Léo" veio do nome de sua irmã, Leonilda - "ela que tem horror ao nome dela, Leonilda, e que a gente só chama de Nilda. Peguei o “Leo” dela, deixei de lado o João Bellinaso Neto, e virei Léo Batista" - afirma Léo.
Televisão
Léo sempre gostou do veículo. Em 1947, estreou ao microfone a convite de um primo, Antonio Beraldo, conhecido como Toninho, que inaugurou em Cordeirópolis um serviço de alto-falantes, algo muito comum nas cidades pequenas. O estúdio ficava numa praça perto do prédio da pensão onde o pai mantinha seu próprio negócio. Léo foi o último a fazer o teste. Leu um anúncio, apresentou uma música e, quando viu, estava transmitindo as notícias. O primo gostou e disse que seria seu o posto de locutor. Léo considerou que ele estava maluco só em cogitar apresentar essa ideia ao pai, um italiano "queixo-duro", que já estava contrariado por haver deixado a escola para ser garçom.
A carreira profissional se inicia
Uns seis meses depois da experiência com o primo Beraldo, Léo recebeu convite do senhor Domingos Lote Neto. Ele gostou de sua voz e insistiu em levá-lo para fazer um teste na recém-inaugurada Rádio Clube de Birigui, “a pérola do Noroeste” e assim o fez. Léo foi contratado. Lá, transmitiu partidas de futebol, a parada de 7 de Setembro e programas de auditório como o “Clube da Alegria”, em que teve o privilégio de apresentar Hebe Camargo na festa do primeiro aniversário da emissora.
Em Piracicaba (SP) trabalhou na Rádio Difusora de Piracicaba. Na época, o XV de Novembro, time local, tinha subido para a primeira divisão do Paulistão e buscava um locutor esportivo. Léo passou a acompanhar e narrar os jogos do antigo campo da Rua Regente (ainda não existia o estádio Barão da Serra Negra). Depois, o Pacaembu, a Vila Belmiro... o próprio Léo revela em suas entrevistas: "Eu era atrevido. Vim até para o Rio, transmitir a Copa de 50".
Depois da Copa de 50
A partir da edição de 1950, Léo participou de todas as Copas. Ao vivo ou na retaguarda, atuou também em Olimpíadas, Jogos Pan-Americanos... "Não perdi mais nada" - afirma Léo.
Pela Rádio Globo, Léo Batista entrou para a história em 1954, sendo o primeiro radialista a noticiar o suicídio de Getúlio Vargas.[1] Em 1955 trocou de emprego e se mudou para a hoje extinta TV Rio, onde comandaria por 13 anos o Telejornal Pirelli, um dos noticiários de maior sucesso na televisão. Chegou à Globo em 1970 e logo se destacou devido ao seu estilo descontraído. Ele foi um dos que transmitiram o primeiro jogo da carreira de Mané Garrincha, em 1953. Léo Batista é o apresentador mais antigo em atividade na Globo e foi um dos criadores, em 1978, do programa Globo Esporte. Nas décadas de 1980 e 1990 chegou a apresentar um bloco esportivo no Jornal Nacional, aos sábados. Seu rosto pode ser visto nas edições de sábado do Globo Esporte e sua voz as quartas feiras, nos intervalos dos jogos brasileiros.
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