Machina avalia cenário do mercado e projeta 2026 com foco em estratégia, tecnologia e proximidade
Автор: Marcas pelo Mundo
Загружено: 2026-02-02
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O mercado de marketing, publicidade e tecnologia vive um dos períodos mais intensos de transformação de sua história recente. Entre oscilações econômicas, mudanças no comportamento do consumidor e a rápida incorporação da inteligência artificial aos processos de negócio, empresas e profissionais têm sido desafiados a rever modelos, estratégias e expectativas. É nesse contexto que os CEOs da consultoria Machina, Allan Guedes e Gabriel Moraes, analisam o momento atual e projetam os caminhos para 2026.
Em entrevista ao Marcas pelo Mundo, os executivos fizeram uma leitura aprofundada do cenário, compartilhando aprendizados, desafios e visões sobre o futuro do marketing digital, da economia e do papel estratégico das consultorias.
Um ano desafiador em múltiplas camadas
Para Allan Guedes, o recente ciclo de 2025 foi marcado por um nível de complexidade. Ele avalia que a combinação entre transformações globais, mudanças rápidas no uso da tecnologia e incertezas econômicas tornou o período especialmente desafiador, tanto para a empresa quanto para os profissionais que a lideram.
Mais do que lidar com clientes e resultados, o momento exigiu um reposicionamento pessoal e institucional. Segundo Allan, foi necessário refletir sobre liderança, sobre a responsabilidade de compartilhar conhecimento com o mercado e sobre como a Machina poderia, de fato, gerar impacto real nos negócios de seus clientes, indo além do discurso e das promessas comuns do setor.
Gabriel Moraes complementa essa visão ao destacar que o ano também foi marcado por um excesso de expectativas em torno da inteligência artificial. O tema dominou o debate no mercado, mas, na prática, exigiu tempo para ser compreendido de forma mais concreta e aplicável.
A inteligência artificial como meio, não como fim
A visão da Machina sobre inteligência artificial é que trata-se de uma tecnologia poderosa, mas que não substitui pensamento estratégico, criatividade e inteligência humana. Para Gabriel, a IA trouxe ganhos importantes de escala, velocidade e eficiência operacional, permitindo que equipes se libertem de tarefas repetitivas e foquem em decisões mais estratégicas.
Ao mesmo tempo, ele alerta para a ilusão de que a IA funciona de forma totalmente autônoma. Sistemas precisam ser treinados, supervisionados e protegidos. Questões como segurança da informação, governança, custos de manutenção e dependência tecnológica fazem parte da equação e não podem ser ignoradas.
Allan reforça que, embora a IA seja uma aliada, delegar completamente a ela decisões estratégicas pode comprometer identidade, diferenciação e consistência de marca. Segundo ele, ainda é perceptível quando um conteúdo é excessivamente automatizado, especialmente em imagem e vídeo, áreas que seguem demandando curadoria e refinamento humano.
Ambos concordam que o grande impacto da IA no mercado será elevar o nível da disputa. Se antes quem entregava algo ruim se destacava negativamente, agora até entregas medianas se tornaram mais acessíveis. O desafio passa a ser ir além do básico, criando soluções realmente diferenciadas.
Marketing digital exige processo, paciência e visão de longo prazo
Um dos pontos enfatizados pelos executivos é a necessidade de maturidade na relação entre empresas e marketing digital. Para Allan, ainda existe uma expectativa irreal de resultados imediatos, sem o devido respeito aos processos, aos dados e ao tempo de aprendizado das plataformas.
Ele destaca que marketing digital não é uma solução milagrosa, mas um caminho estruturado que, quando bem executado, tende a gerar resultados consistentes. O respeito ao tempo do algoritmo, à análise de dados e à construção estratégica é fundamental para o sucesso.
Gabriel complementa afirmando que, hoje, o marketing deixou de ser opcional. Empresas que não investem em posicionamento, comunicação e presença digital tendem a perder espaço rapidamente. Ele observa que marcas podem até ter produtos ou serviços superiores, mas sem estratégia de comunicação acabam sendo superadas por concorrentes que sabem se posicionar melhor.
2026: estratégia, proximidade e impacto real nos resultados
Ao olhar para o futuro da Machina, Allan deixa claro que o foco da consultoria está em gerar impacto concreto nos negócios de seus clientes. Para ele, campanhas, ações e estratégias só fazem sentido se forem capazes de “mexer o ponteiro” da empresa, ou seja, gerar crescimento real, aumento de faturamento e resultados mensuráveis.
Gabriel reforça que a palavra-chave para o próximo ciclo é proximidade. Em um mercado cada vez mais automatizado, entender profundamente o negócio do cliente se torna um diferencial competitivo. Conhecer produtos, serviços, processos de venda e desafios internos permite construir estratégias mais eficientes, mensuráveis e sustentáveis.
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