SONHOS DE MORTE DE PESSOAS QUERIDAS: AMBIVALÊNCIA E PULSÃO DE MORTE
Автор: Dr. Leonardo Ferreira de Azevedo e Silva
Загружено: 2025-11-04
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No texto "A Interpretação dos Sonhos" (1900), Freud analisou os sonhos de morte de pessoas queridas. Mesmo antes de formalizar o conceito de Pulsão de Morte (1920), esses sonhos já apontavam para a existência de uma ambivalência afetiva.
Ambivalência: Amor, Ódio e a Pulsão de Morte
1900: Freud interpretava a perturbação desses sonhos pela ambivalência entre amor e ódio pelas pessoas queridas. O ódio, naquela época, era apenas o polo negativo do afeto.
Pós-1920 (Visão Corrigida): O ódio é agora compreendido como a manifestação da Pulsão de Morte (Tânatos), enquanto o amor é a manifestação da Pulsão de Vida (Eros).
Todo psicanalista freudiano deve fazer essa "correção" conceitual: o que chamamos de ambivalência se deve à nossa natureza complexa e dividida, resultado da luta entre a Pulsão de Vida e a Pulsão de Morte dentro do aparelho psíquico.
Sonhos de Morte e o Pesadelo
Sonhar com a morte de alguém que se gosta não é um sonho "trivial" e tende a se aproximar de um pesadelo ou sonho de angústia.
A angústia gerada é garantida porque a morte de pessoas queridas é um tema que a mente em vigília foge, mas que irrompe na vida noturna. O fato de os sonhos darem trabalho para serem interpretados é o motivo pelo qual as pessoas frequentemente fogem deles.
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