CANDIDATO COM NANISMO E O CARGO DE DELEGADO DA POLÍCIA CIVIL - PCMG (Matheus Menezes)
Автор: Gabriel Pacheco - Advogado Trabalhista
Загружено: 2026-03-12
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O advogado Matheus Menezes, de 25 anos, afirma ter sido vítima de discriminação após ser desclassificado no Teste de Aptidão Física (TAF) do concurso para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais. Ele relata que solicitou previamente adaptações para realizar as provas físicas de forma compatível com sua condição de nanismo, apresentando inclusive laudos médicos à banca organizadora.
Segundo o candidato, um dos testes exigia salto mínimo de 1,65 metro na prova de impulsão horizontal, marca que ele considera incompatível com sua condição física. Matheus afirma que a banca poderia ter realizado uma adaptação simples, como a redução da distância exigida, mas que seu pedido foi ignorado. Como não atingiu a marca mínima, ele foi eliminado e não pôde concluir as demais etapas do TAF.
A Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pela aplicação dos exames biofísicos, informou que o edital previa expressamente que não haveria adaptação dessa etapa às condições individuais dos candidatos. A Polícia Civil de Minas Gerais declarou que o candidato foi aprovado nas etapas anteriores do concurso, mas considerado inapto no TAF, ressaltando que os testes físicos buscam verificar se o candidato possui condições compatíveis com as atividades do cargo.
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