Força de Deus – Parábolas do Evangelho - O vinho novo VI (Mateus 9,17)
Автор: Dom José Francisco Falcão
Загружено: 2025-09-23
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Força de Deus – Parábolas do Evangelho - O vinho novo VI (Mateus 9,17)
Lucas 5,37-39
“Talvez alguém diga: então nenhum progresso da religião é possível na Igreja de Cristo? Certamente que deve haver progresso, e grandíssimo! Quem poderá ser tão hostil aos homens e tão contrário a Deus que tentaria impedi-lo? Mas a condição de que se trate verdadeiramente de progresso pela fé, não de modificação. É característica do progresso de todas as maneiras possíveis à inteligência, o conhecimento, a sabedoria, tanto da coletividade como do indivíduo, de toda a Igreja, segundo as idades e os séculos; com tal de que isso suceda exatamente segundo sua natureza peculiar, no mesmo dogma, no mesmo sentido, segundo uma mesma interpretação. Que a religião das almas imite o modo de desenvolvimento dos corpos, cujos elementos, ainda que com o passar dos anos se desenvolvem e crescem, todavia permanecem sendo sempre eles mesmos. Há grande diferença entre a flor da infância e a maturidade da velhice; não obstante, quem agora é velho são os mesmos que foram adolescentes. O aspecto e o porte de um indivíduo mudarão, mas se tratará sempre da mesma natureza e da mesma pessoa. Os membros de um lactante são pequenos e maiores os dos jovens, e seguem sendo os mesmos.
São Vicente de Lérins (sec. V)
Commonitorium, 23
2 Timóteo 3,1-5
2 Timóteo 3,14
2 Timóteo 4,3-5
“Não basta encontrar uma nova linguagem para proclamar a fé tradicional; É necessário e urgente que, diante dos novos desafios e perspectivas que se abrem para a humanidade, a Igreja possa expressar aquelas novidades do Evangelho de Cristo que estão contidas na Palavra de Deus, mas ainda não viram a luz. Este é o tesouro de “coisas novas e velhas” de que Jesus falou quando convidou os seus discípulos a ensinar o novo que ele tinha estabelecido sem descurar o antigo”.
Papa Francisco
Discurso, 11/10/2017
“Ouvi a palavra de Cristo, que pensamos poder ser aplicada a um dos problemas mais comuns e mais graves do nosso tempo. O Senhor diz, no seu Evangelho: “Todo verdadeiro estudioso, versado na ciência do reino dos céus, é como um pai de família, que tira do seu tesouro coisas novas e velhas” (Mt 13,52). Muito haveria a dizer sobre esta curta parábola, que faz do ensinamento sobre os destinos superiores do homem, resumido no “reino dos céus”, uma pedagogia paterna e familiar, definida como um tesouro inesgotável, como o da verdade religiosa aberta a nós pelo próprio Cristo, da qual se extraem ensinamentos novos e antigos. Nova et vetera: detenhamo-nos nesta conhecida expressão, que condensa a solução para a relação entre o nosso conhecimento religioso e a história; e a solução tem um nome que contém um grande capítulo da nossa fé e da nossa cultura religiosa; e esse nome é, vós o sabeis, a tradição... Aqui devemos explicar o que entendemos por tradição, neste contexto religioso, tanto como constitutiva, juntamente com a Sagrada Escritura, da revelação, como transmissão autêntica e obrigatória, com a assistência do Espírito Santo através do magistério da Igreja, da própria revelação... A tradição, a verdadeira, é uma raiz, não uma restrição; é um patrimônio insubstituível, um alimento, um recurso, uma coerência vital.
São Paulo VI (1897-1978)
Audiência geral, 07/08/1974
“Ao encontrar-me hoje no meio de vós, lembrei-me das palavras de Jesus referidas pelo evangelista São Mateus: “Todo o escriba instruído acerca do reino dos céus é semelhante a um pai de família que tira coisas novas e velhas do seu tesouro” (Mt 13,52). Como o escriba do Evangelho, a Igreja no Paquistão é capaz de tirar do tesouro da sua herança ambas as coisas, as novas e as velhas. Do passado, possuís a tradição que vos une ao Apóstolo Tomé e, por conseguinte, à Igreja apostólica do primeiro século. E dos tempos mais recentes tendes o vigor de uma jovem Igreja missionária que lançou agora profundas raízes no coração do povo desta terra. Apreciai e conservai sempre os tesouros da vossa herança espiritual, tanto os novos como os velhos; e como o escriba do Evangelho tirai-os na hora oportuna para promover o Reino de Deus”.
São João Paulo II (1920-2005)
Homilia em Karachi, Paquistão, 16/02/1981
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