25 fatos interessantes sobre "Nunca recue, nunca se renda" que você não sabia.
Автор: Cinema De Hollywood
Загружено: 2026-02-04
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25 fatos interessantes sobre "Nunca recue, nunca se renda" que você não sabia.
Quando o público relembra a ascensão meteórica de Jean-Claude Van Damme ao estrelato, a memória coletiva quase sempre viaja direto para os clássicos O Grande Dragão Branco (Bloodsport) ou Kickboxer. Mas, para os verdadeiros devotos do cinema de artes marciais, existe um capítulo anterior, uma porta de entrada muito mais selvagem e primitiva. Estamos falando de 1986, de um filme sobre superação chamado Retroceder Nunca, Render-se Jamais (No Retreat, No Surrender).
Era uma mistura estranha, parte Rocky, parte Karate Kid, e parte um delírio febril. No entanto, tornou-se um clássico cult não apesar desse caos, mas exatamente por causa dele. O que a maioria não sabe, porém, é que os bastidores dessa produção foram tão insanos, dramáticos e revolucionários quanto a própria luta final na tela.
Acredite ou não, toda essa saga começou com uma mentira descarada. Keith W. Strandberg, na época apenas um estudante de idiomas sem nenhuma experiência como roteirista, conseguiu seu lugar na indústria através da pura ousadia. Após ser rejeitado por gigantes como o Shaw Brothers Studios, ele jogou um blefe em um acordo cinematográfico em Hong Kong, afirmando que podia escrever um roteiro de ação, quando, na verdade, nunca tinha feito isso.
O destino, porém, tem senso de humor. Um ano depois, a Seasonal Film ligou para cobrar a promessa: eles queriam um filme de artes marciais ambientado nos Estados Unidos. Pego de surpresa, Strandberg correu contra o tempo para escrever o que se tornaria Retroceder Nunca, Render-se Jamais. Ele confessou mais tarde que seu primeiro rascunho era um monstro de 200 páginas, dolorosamente exagerado e denso.
A inspiração era óbvia e pesada. O filme nasceu à sombra de Rocky IV, lançado apenas alguns meses antes daquela épica batalha da Guerra Fria de Sylvester Stallone. A produção pegou emprestado vários elementos temáticos: o azarão americano, o oponente soviético aterrorizante, a montagem de treinamento com música emotiva e o clímax em uma arena vibrante. A grande diferença? Aqui tínhamos o fantasma de Bruce Lee e chutes muito mais espetaculares.
Curiosamente, o título icônico que conhecemos hoje quase não existiu. Nos primeiros rascunhos, o filme chamava-se simplesmente Ring of Truth (O Anel da Verdade). A ideia era refletir a honra das artes marciais, mas os executivos de marketing acharam o nome fraco, sem impacto. A escolha final, No Retreat, No Surrender, foi adotada por sua agressividade e clareza emocional, definindo instantaneamente o espírito de luta do protagonista.
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