Deau - Simples (Prod. Charlie Beats)
Автор: DEAU4400
Загружено: 2018-10-14
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Описание:
Deau - “Simples” (2018)
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Créditos (Audio):
Letra e Voz: Deau
Beat: Charlie Beats
Gravação e Mistura: D-One
Masterização: Jim Brick (Absolute Audio, NY)
Direção, filmagem e edição de vídeo: Uzzy
/ uzzy8500
Assistente de filmagem e iluminação: Tiago Pacheco
/ tiiagopacheco
Letra:
Refrão:
Vi muito burro
A entrar pela porta do cavalo,
Se não és rato de pé rapado
Fazem de ti gato-sapato.
Desculpa se eu parto a loiça,
Eu quero tudo em pratos limpos,
Não estás apto,
Não compliques,
O tom perfeito é tão simples.
É a conduta quem dita o conduto.
Os motivos do culto
Não são novos,
Se saio da casca
É para que gemas às claras
Em bicos de pés sem partir ovos.
É provável o babel
Caso eu não vá belo,
Se não suportas não olhes.
Se caem em mim
Como Caim em Abel,
Não é saudável,
Tenho quem vingue os mortos.
Parceiro tu não te baralhes,
Se estiveres a dar cartas na área
Guarda os trunfos que tiveres na manga
Para na altura certa recolheres a bazada,
Porque se eles quiserem o ouro
Dão-te com paus
Até te virares do avesso,
Ficares encurralado entre a espada e a parede,
Fechado em copas
Até te encontrares seco.
Não é à toa
Que quem atua diz o mesmo,
Se houver molho
Só não se molha quem circula a malha do cachê.
Afasta songamongas e sanguessugas do teu aconchego,
Para quando o homem do crachá cá chegue,
Ficar a fazer crochê.
Refrão:
Vi muito burro
A entrar pela porta do cavalo,
Se não és rato de pé rapado
Fazem de ti gato-sapato.
Desculpa se eu parto a louça,
Eu quero tudo em pratos limpos,
Não estás apto,
Não compliques,
O tom perfeito é tão simples.
Rezas para que ceda de quatro,
Só que eu faço
Para acabar como o dobro deitado.
Não queres correr riscos,
Escuta o ditado:
Não ponhas o nariz onde não és chamado.
O fardo que eu herdo é árduo,
Desde novato, vês o ar nu do vate,
De sol a sol, nuvem no sovaco,
Dissolve o sal e não vence o vácuo.
Buli farto, buli farto,
De facto, foi a bula
Com que aboli o fardo
E bani o frete de ser um bonifrate,
Se der para a despesa,
Estou a borrifar-me.
Não há farinha para moleques,
Nem pão para malucos,
Quero resolver os truques desse complô,
Fazer acreditar os putos, quando for oca a fé
E tirar da porta do café quem vive lá como um bibelô.
O que o diploma da pluma dê pelo meio,
Onde a epidemia é o pé-de-meia,
Calúnia da colónia que clona o seio,
Aumenta o clã na coluna e percebe a ideia.
O input é o mesmo,
O ímpeto eu domei-o,
Enchem o saco como chibos,
E eu estou cheio.
Vim para partir feio,
Tira o freio,
Distingue a corte do resto do cortejo.
Refrão:
Vi muito burro
A entrar pela porta do cavalo,
Se não és rato de pé rapado
Fazem de ti gato-sapato.
Desculpa se eu parto a louça,
Eu quero tudo em pratos limpos,
Não estás apto,
Não compliques,
O tom perfeito é tão simples.
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