Liquidação do Will Bank afeta clientes e levanta discussões sobre segurança em bancos digitais
Автор: Resumo Dia
Загружено: 2026-01-30
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A liquidação da Will Financeira, também conhecida como Will Bank, determinada pelo Banco Central em 21 de janeiro de 2026, afetou milhares de clientes em todo o país. O encerramento das operações foi resultado do comprometimento das condições econômico-financeiras da instituição, que deixou de honrar pagamentos à Mastercard, ampliando dúvidas sobre a segurança dos bancos digitais no Brasil.
Segundo depoimento de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, a venda do Will Bank para o fundo Mubadala Capital, de Abu Dhabi, estava acertada e seria concluída no mesmo dia em que o Banco Central decretou a liquidação do Master, em 18 de novembro de 2025. Vorcaro afirmou que a operação de venda foi frustrada por ação policial e pelo BC, que, segundo ele, teria se antecipado à formalização dos contratos, inviabilizando a entrada de investidores estrangeiros e a alienação de outros ativos do grupo.
O caso trouxe insegurança aos clientes, especialmente para aqueles que mantinham dinheiro em contas de pagamento, frequentemente utilizadas para recebimento de salários. Os clientes permanecem obrigados a pagar faturas de cartão, empréstimos e compras parceladas após o bloqueio dos recursos, sob risco de inadimplência e negativação do CPF, mesmo sem previsão para devolução do dinheiro retido.
Diferente das contas bancárias tradicionais, as contas de pagamento não são cobertas pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o que significa que, em situações de liquidação, o cliente depende da atuação do liquidante nomeado pelo BC para a restituição dos valores, sem garantias de prazo. O Will Bank mantinha R$ 49,6 milhões em contas pré-pagas, ampliando o impacto para usuários.
O episódio despertou revolta entre os consumidores e reacendeu debates sobre a segurança de bancos digitais. De acordo com especialistas, a solidez de uma instituição financeira não depende de ser digital ou tradicional, mas de fatores como governança, capital próprio, controle de risco, histórico de atuação e transparência. Bancos digitais consolidados, como Nubank e C6, possuem estrutura robusta e forte supervisão do BC, mas clientes devem sempre verificar autorização, reputação e indicadores como o Índice de Basileia antes de escolher uma instituição.
Enquanto isso, o Banco Central recomenda que clientes afetados acompanhem apenas canais oficiais para atualizações sobre os procedimentos de restituição dos valores. A situação dos investidores está sendo conduzida pelo liquidante Eduardo Félix Bianchini, responsável também pelo processo do Banco Master. O total de recursos a serem desembolsados pelo FGC no conglomerado, limitado a valores elegíveis, pode chegar a R$ 6,3 bilhões.
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