Investimentos Financeiros na Holding: vale a pena? - Ep 34
Автор: Osvaldo Catena - Planejamento Patrimonial Familiar
Загружено: 2025-11-21
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O vídeo fala sobre planejamento patrimonial e sucessório, especialmente sobre a dúvida de muitas famílias que têm investimentos financeiros — como CDB, LCI, LCA, ações e até criptos — e querem saber se vale a pena colocar esses investimentos dentro de uma holding familiar. A ideia principal é entender se isso realmente compensa e como funciona na prática.
O ponto central é que qualquer tipo de bem pode ser colocado em uma holding, inclusive investimentos financeiros. Porém, a questão importante não é “pode?”, mas sim “vale a pena?”. Para responder isso, o vídeo explica que tudo depende de três fatores: o risco envolvido no tipo de investimento, o perfil e os objetivos da família em relação ao dinheiro, e a tributação — tanto na pessoa física quanto na pessoa jurídica.
Na pessoa física, os impostos variam conforme o tipo de investimento. Alguns têm isenção (como LCI e LCA), outros pagam imposto sobre ganho de capital entre 15% e 22,5%. No caso das ações, existe isenção para vendas de até 20 mil reais no mês, e acima disso a tributação é de 15%.
Já na pessoa jurídica — no caso de uma holding — o imposto sobre os lucros dos investimentos costuma ser de cerca de 24%, somando imposto de renda e contribuição social. Além disso, não existem isenções como na pessoa física.
A princípio, isso leva muita gente a pensar que é pior investir pela holding, porque a tributação é maior. Mas o vídeo mostra que essa conclusão nem sempre é verdadeira, porque existe um fator muito mais pesado na conta: o custo do inventário, que acontece quando a pessoa física morre e deixa investimentos no seu nome. Esse inventário custa, em média, 15% do valor total do patrimônio, além do imposto de renda sobre o ganho de capital dos investimentos que são liquidados para serem transferidos.
O vídeo faz uma simulação com alguém que investiu 1 milhão de reais e teve um rendimento de 15% ao ano durante 5 anos. Tanto na pessoa física quanto na holding, o patrimônio final cresce para cerca de 2,1 milhões. A diferença aparece na hora da sucessão. Na pessoa física, os herdeiros pagariam cerca de 452 mil reais em custos de inventário + imposto. Na holding, eles pagariam apenas os 24% sobre o lucro, que dá cerca de 242 mil. No final, a família que usou a holding fica com aproximadamente 1,76 milhão, enquanto a família na pessoa física fica com cerca de 1,5 milhão.
Ou seja, mesmo que a tributação da holding seja maior durante os rendimentos, o fato de evitar o inventário faz com que o patrimônio final da família seja maior. E essa vantagem pode ficar ainda maior no futuro, já que o imposto sobre herança tende a aumentar com a reforma tributária.
Em resumo: colocar investimentos financeiros dentro de uma holding pode sim valer muito a pena, não por causa da tributação anual, mas por causa da economia gigantesca ao evitar o inventário. Mas a decisão final depende das características da família, do perfil do investidor e do tipo de ativo financeiro.
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