NAQUELA NOITE FRIA | Saint-Clair Senna e Ronaldo Lupo - Moacyr Bueno Rocha (1935)
Автор: Dr. Mangopolios
Загружено: 2025-09-14
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Valsa de Saint-Clair Senna e Ronaldo Lupo com interpretação de Moacyr Bueno Rocha, acompanhamento da Orquestra Odeon. Gravada em 3 de Agosto de 1935 e lançada em Outubro do mesmo ano.
"Cantar ao microfone exige uma técnica especial. Todo artista sabe disso, mas nem todos se utilizam dessa experiência.
— Eu canto com o menor volume de voz possível, deixando ao microfone o trabalho de reproduzir e ampliar o timbre que emito — Costume aliás comum a esses aparelhos sensibilíssimos."
— Moacyr Bueno Rocha
Moacyr, apesar de ter uma performance beirando o impecável em suas gravações, junto à uma técnica que somente os intérpretes mais experientes conheceriam até então, está quase que completamente esquecido na nossa historiografia musical, pouco se sabe sobre a sua vida. Mas fato concreto, é que ele havia nascido no bairro das Laranjeiras, não tendo feito nenhum turnê e possivelmente passado a sua vida inteira na então capital.
Em meados dos anos 30, apresentou-se em diversos programas na radiotelefonia, tais quais o "Esplêndido Programa", dirigido por Waldo de Abreu, e no "Casé", ambos irradiados na Mayrink Veiga (PRA-9), a mais popular estação de rádio na época, isso antes da chegada da Rádio Nacional, em 1936. A forma por qual interpretava suas músicas, lhe rendeu o apelido de "O Último Romântico".
Um dos maiores êxitos da sua carreira foi quando gravou "Nancy", em 1932, Valsa-Canção de Luiz Lacerda e Bruno Areli, que já está disponível aqui no Youtube no canal do Amigo Velho.
Disco Odeon 11269-A | Matriz 5112
(Gravação Elétrica)
Fotos: Intérprete; Moacyr Bueno Rocha | Imagens Ilustrativas; Avenida São João em noite chuvosa ( São Paulo / ca. 1935 ), capa da revista "Para Todos" (1931), "Noite Em Paris" ( fotografia por Fred Stein / ca. 1935 ) | Compositores; Ronaldo Lupo e Saint-Clair Senna.
Fonte: Arquivo Marcelo Bonavides (Download) - Arquivo Nirez (Fonograma)
Letra:
N’aquella Noite Fria
(Valsa de Saint-Clair Senna e Ronaldo Lupo – 1935)
Foi n’aquella noite fria
Que tive o meu castello envolto em poesia.
Canta ainda em mim as phrases de amor
Que tu me disseste, emfim, com ardôr;
E morrer quizera ao som d’esta canção,
Levando para Deus, alegre, ainda o coração.
Para sentir na própria eternidade
A saudade
Das suas juras e do teu amor;
Quero sentir na própria eternidade
A saudade
D’este feliz passado de esplendor.
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