UMBANDA IN BLUES: Sete Calunga Blues da Verdade, da Honra e da Palavra Justa
Автор: Palavra de Terreiro
Загружено: 2026-01-25
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Описание:
🎸Este blues é uma homenagem a Pombogira Sete Calunga, guardiã da palavra justa, defensora dos caluniados e força espiritual que atua onde a mentira tenta criar raiz.
Sete Calunga não vem para vingar — vem para restaurar a honra, cortar redes de boatos e devolver voz a quem foi silenciado pela difamação.
A música nasce da dor de ser julgada sem ser ouvida, de carregar cicatrizes que ninguém viu e de aprender a se manter de pé quando a língua alheia tenta enterrar reputações. Aqui, Sete Calunga aparece com espelho e rosas, ensinando que a verdade não depende do grito, mas da firmeza de quem sabe quem é.
O blues conduz essa narrativa com profundidade e respeito, como um ritual de limpeza simbólica: palavra contra palavra, luz contra sombra, dignidade contra veneno.
🕯️ Ouça com atenção e consciência.
🌹 Quem caminha com Sete Calunga não precisa provar nada — a verdade permanece.
🔥 Salve Pombogira Sete Calunga!
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Ponto Sete Calunga Blues da Verdade, da Honra e da Palavra Justa
Compositor: DARIO MARTINS
Vozes gerada por: SUNO.ia
Projeto: DARIO MARTINS
Letra:
Me chamaram de falsa, de ingrata, de vil,
Disseram que eu traía, que eu mentia, que eu era ruim...
Mas ninguém viu as dores que eu carreguei,
Nem as lágrimas que enterrei pra não dar motivo...
[Verso 2]
A língua afiada corta mais que faca,
E o pior é que vem de quem jurou lealdade...
Mas na noite mais fria, quando o mundo virou as costas,
Ela apareceu — com espelho na mão e rosas nas tranças.
[Refrão]
Ô, Sete Calunga, rainha da palavra justa,
Tu não vens pra vingar — vens pra restaurar minha luta.
Corta essa rede de mentira com tua adaga de luz,
Que eu não nasci pra ser sombra... nasci pra brilhar, sem cruz!
[Verso 3]
Tu vestes saia preta, mas teu coração é dourado,
Proteges quem foi apedrejado pelo boato mascarado.
Não peço que os outros calem —
Peço que minha verdade ecoe mais alto que o ódio!
[Ponte – sussurrada, quase oração]
Sete vezes me jogaram na lama com palavras...
Sete vezes me levantei em silêncio.
Mas na oitava, Ela me deu voz:
"Filha, tua honra não depende do que dizem —
Depende do que tu sabes ser."
[Refrão – mais forte, com coro feminino suave]
Ô, Sete Calunga, guardiã dos caluniados,
Tu és escudo invisível, és grito não falado...
Ensina-me a falar sem medo,
A calar sem vergonha,
E a caminhar com a cabeça erguida —
Mesmo quando o mundo insiste em me enterrar com língua!
[Encerramento – voz calma, firme, com sino distante]
Então deixa a mentira secar no vento...
Deixa a inveja apodrecer no seu próprio veneno...
Porque quem tem Sete Calunga no peito,
Sabe: a verdade não precisa gritar — ela simplesmente existe.
E um dia... todos veem.
Повторяем попытку...
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