CUIDADOS A SEREM TOMADOS NA ESCAVAÇÃO DE VALAS
Автор: RV Engenharia Civil
Загружено: 2023-05-02
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PROJETO DE NIVELAMENTO GEOMÉTRICO:
• PROJETO DE NIVELAMENTO GEOMÉTRICO (ESTUDO ...
ESCAVAÇÃO DE VALAS
Problemas relacionados às escavações:
• Instabilidade do solo;
• Presença de águas superficiais e subterrâneas;
• Interferências e obstáculos.
Dados a serem coletados no campo:
• Nivelamento linear do trecho a ser escavado;
• Sondagens (a trado) ao longo do trecho (em cada PV e intermediários). Profundidade: 1 metro além do fundo da vala projetada. Distância entre furos: ideal = 30m (máxima = 50m);
• Análise do solo: Sondagem SPT a cada 100m ou pontos específicos;
• Níveis e fluxos da água do lençol freático;
• Interferências visíveis, possíveis e prováveis;
• Avaliação do entorno da escavação;
• Fluxo de água superficial (descargas, chuvas, enxurradas);
• Considerações sobre a opção: escoramento ou talude. Geralmente não tem espaço para fazer talude. Valas em via de tráfego devem ser escoradas por conta da vibração. Se o solo for muito encharcado, com aflorações de água de alguma intensidade, rampas de taludes devem ser evitadas.
• Reserva de solo escavado (local ou remoto) ou remoção para bota-fora;
• Clima da região e período do ano em que se executará a obra. Ideal: época de seca.
TIPOS DE ESCORAMENTO MAIS USADOS:
• Pontaletado: solo instável, mas seco, em valas rasas ou médias (entre 1,0m e 2,0m);
• Descontínuo: solo instável, úmido, valas médias (até 4m);
• Contínuo: solo encharcado, instável, valas médias.
ESTRATIFICANDO A VALA:
• Lastro de brita 1 ou concreto magro no fundo da vala (espessura mínima de 5cm);
• Recobrir o tubo com areia média à grossa;
• Reaterro complementar: areia média à grossa (5 a 10cm acima do tubo);
• Reaterro final: com próprio solo. Acima do reaterro complementar até a base do pavimento;
• Base do pavimento: bica graduada (5 a 15cm);
• Acabamento.
Se for uma via de tráfego, fazer uma laje de concreto armado entre o reaterro complementar e o reaterro final, com lajota e malha pop (10x10), de 5 a 8cm. Não usar envelope de concreto puro, pois, se rompido, pode danificar o tubo. Já as lajotas quebram e não deixam isso acontecer.
Na base do pavimento não usar enchimento de concreto. A brita é fundamental para recompor a drenagem do pavimento.
É recomendável locar barbacãs de ½” no reaterro para, em caso de solo saturado, não erguer o tubo por flutuação. Esses barbacãs devem ficar a aproximadamente 50cm do tubo.
As faces internas deverão ser revestidas, fundos e paredes, com cimento queimado até a altura do barbacã.
EXECUÇÃO
A distância máxima entre PV’s e PI’s deve ser de 100m. Recomenda-se o emprego de distâncias de até 80m devido aos equipamentos de manutenção. Além disso, é de bom alvitre locar gabaritos intermediários para minimizar os efeitos da catenária.
A obra deve começar a partir do lançamento, de baixo para cima (de jusante a montante), nunca ao contrário. Caso contrário, em caso de fortes chuvas, a água escoará para o plano de trabalho e a obra tornar-se-á inexequível.
A compactação do reaterro deve ser feita por saturação, procurando alcançar um mínimo de 75% de Proctor Normal.
A remoção das estroncas de travamento do escoramento e as pranchas horizontais deverão ser executadas ao longo do processo, à medida que o reaterro se desenvolve. As pranchas verticais (ou perfis) serão removidos no fim, por arrancamento, juntamente com os pontaletes. Após isso, inserir areia nos vãos que ficarem.
Os PV’s/PI’s podem ser feitos antes ou depois do lançamento dos tubos, de acordo com a conveniência da obra.
Ao final, deve ser feito o teste de continuidade da água.
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