Outros ângulos: 9,10 m – Caixa com tubo partido na saída. Tampa não localizada.
Автор: Rio Grande SGT Vazamentos
Загружено: 2025-10-14
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Описание:
RELATÓRIO TÉCNICO DE INSPEÇÃO COM CÂMERA
Cliente: Colégio dos Jesuítas
Endereço: Avenida Presidente Itamar Franco, 1600 – Centro – Juiz de Fora/MG – CEP 36016-320
Data da visita: 14 de outubro de 2025
Serviço executado: Sondagem e inspeção com câmera na rede de esgoto
Técnico responsável: Ezequiel Evaristo da Fonseca – Rio Grande SGT Vazamentos
1. Local de acesso e início da sondagem
A abertura para introdução da câmera foi realizada na tubulação da caixa inferior, próxima ao refeitório.
No ponto de acesso, foi executado um marco triangular na tubulação (janela), definido como ponto zero da sondagem.
Esse ponto serviu como janela de acesso à tubulação para início da filmagem.
A sondagem principal que apresentou indícios de falhas foi conduzida na caixa superior, onde foi identificado revestimento interno totalmente danificado.
2. Condições observadas na caixa superior
O revestimento interno encontra-se deteriorado, com perda de material e irregularidades no acabamento.
Será necessária a revitalização completa da caixa, seguindo os padrões NBR aplicáveis, de modo a garantir:
dimensões e diâmetro adequados;
acabamento liso e resistente;
condições ideais para futuras manutenções;
estanqueidade e durabilidade do revestimento.
No interior da caixa foi identificada uma manilha lateral obstruída, impossibilitando a inspeção com a câmera devido ao entupimento.
Há forte possibilidade de que o vazamento identificado na escavação tenha origem nessa caixa superior de recepção, com a água percorrendo entre a base de apoio e o tubo, área que geralmente não é compactada, permitindo deslocamento de água.
👉 Conclusão: será necessário refazer a caixa danificada para confirmação definitiva da origem do vazamento.
3. Resultados da sondagem por metragem
A referência de medição adotada foi a janela de acesso na caixa inferior, tomando-se o corte triangular no tubo como ponto zero para início da sondagem.
6,00 m – Tubo amassado. Não foi possível visualizar furos ou trincas.
7,00 m – Emenda de tubo com formato oval devido ao amassamento. Sem indícios de vazamento.
9,10 m – Caixa com tubo partido na saída. Tampa não localizada.
15,70 m – A sonda atingiu o limite de filmagem após a caixa de 9,10 m, impossibilitando avanço.
4. Banheiros da recepção
A filmagem das tubulações dos banheiros não pôde ser concluída na data da inspeção, pois todos os vasos sanitários estavam rejuntados, com exceção de um.
A sondagem foi iniciada por esse vaso, mas interrompida devido à impossibilidade de prosseguir pelos demais pontos.
Recomendações:
Autorizar a remoção temporária dos vasos sanitários com apoio da equipe de manutenção.
Após a inspeção, realizar a reinstalação com troca do anel de vedação, caso o existente apresente desgaste.
5. Considerações finais
Recomenda-se a reconstrução da caixa superior, seguindo os padrões NBR 8160 (Sistemas Prediais de Esgoto Sanitário) e NBR 15900 (Execução de Redes de Drenagem e Esgoto), garantindo estanqueidade e funcionalidade adequada do sistema.
Somente após a revitalização será possível confirmar com precisão a origem do vazamento detectado.
6. Avaliação técnica e riscos estruturais
De acordo com a análise técnica, o vazamento na caixa superior representa risco relevante à fundação da edificação, sobretudo a médio e longo prazo.
A infiltração contínua de efluente sanitário no solo pode provocar:
Lavagem e rebaixamento do terreno de fundação, reduzindo a compactação original;
Recalques diferenciais (afundamentos localizados) em pisos e alvenarias;
Fissuras estruturais em paredes e lajes;
Corrosão de armaduras de concreto armado devido à umidade e agentes biológicos;
Risco de contaminação do solo e presença de gases tóxicos, comprometendo a salubridade do ambiente.
Esses efeitos podem se agravar progressivamente, caso o vazamento não seja sanado de forma definitiva.
👉 Conclusão: a correção imediata é fundamental para preservar a integridade da fundação e das estruturas adjacentes.
7. Instalação de tubo de monitoramento (sonda)
Recomenda-se a instalação de um tubo de observação vertical no ponto da escavação, com furos distribuídos ao longo de sua superfície, permitindo:
entrada natural de água;
monitoramento de possíveis infiltrações futuras;
e avaliação pós-reforma da eficiência da correção realizada na caixa.
Esse dispositivo possibilitará verificar, de forma simples e não destrutiva, se o vazamento foi sanado após as obras de reparo e revitalização.
8. Verificação complementar – Teste de estanqueidade
Caso persistam indícios de infiltração após a reforma, recomenda-se a execução de um teste de estanqueidade na rede de esgoto.
Esse procedimento é indicado para detectar vazamentos ocultos em trechos não acessíveis pela câmera, como na caixa intermediária localizada a 9,10 m do ponto zero, onde foi constatado tubo partido na saída e ausência de tampa de visita.
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