Porto TV - MPRJ rebate acusações de Cabral sobre acordos em troca de arquivamento de processo
Автор: Porto Seguro Web TV
Загружено: 2019-05-04
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Raquel Júnia
Depois de vir à tona um novo depoimento na prisão do ex-governador Sérgio Cabral, que acusa os ex-procuradores-gerais de Justiça do estado Cláudio Lopes e Marfan Vieira de receberem vantagens indevidas, o Ministério Público do Estado do Rio divulgou uma nota refutando as declarações a respeito de Marfan, que ainda tem cargo na instituição como subprocurador-geral de relações institucionais.
O posicionamento chamou as informações dadas por Sérgio Cabral de contraditórias e “deslavadas mentiras”, já que, segundo a instituição, não coincidem com a cronologia dos fatos.
De acordo com o Ministério Público, a acusação é leviana e atinge não só a honra e a imagem de Marfan Vieira e dos desembargadores Sérgio Azeredo e Marcos Chut, mas também da maioria dos membros do Conselho Superior do Ministério Público.
As informações sobre o depoimento de Cabral foram obtidas com exclusividade pela Globonews, que informou que na ocasião, no mês de março, o ex-governador afirmou, entre outras negociatas, ter pago R$ 200 mil a Claudio Lopes em apoio a sua condução ao cargo de procurador-geral.
Além disso, em outro momento, Cabral teria atendido a um pedido de Marfan para nomear desembargadores em troca do arquivamento da investigação sobre o evento que ficou conhecido como “farra dos guardanapos”, quando Cabral, secretários e empresários foram fotografados em um restaurante de luxo em Paris.
De acordo com a nota do Ministério Público, o arquivamento da chamada “farra dos guardanapos” foi decretado pelo ex-procurador-geral Claudio Lopes, em 16 de janeiro de 2013, quatorze dias após a nomeação de Marfan, mas antes de sua posse, ocorrida um dia depois, em 17 de janeiro.
O posicionamento argumenta que a cronologia da posse joga por terra a imputação de que a escolha de Marfan Vieira teria relação com o arquivamento da "farra dos guardanapos".
O Ministério Público diz ainda que Cabral será responsabilizado por denúncia caluniosa e que serão exigidos danos morais.
A instituição não se posicionou sobre as acusações de recebimento de propina pelo também ex-procurador-geral Cláudio Lopes.
Fonte:EBC
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