Liberdade, Diversidade e Ética - Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire (Parte 3)
Автор: Prof. André Azevedo da Fonseca
Загружено: 2015-06-01
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Qual a solução para resolver o problema dos condicionamentos ideológicos nas práticas educativas, incluindo aquelas que se dizem neutras?
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Trilha sonora: Hermeto Pascoal - Viva Jackson do Pandeiro
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Para início de conversa a resposta, mais uma vez, começa com o rigor ético do educador.
Aquela ética que condena o cinismo, os preconceitos, e que não admite as práticas de denunciar por ouvir dizer, de acusar alguém de ter dito algo que ele não disse, e de cometer falso testemunho para induzir o outro a acreditar na sua opinião.
É a ética que não confunde pureza com puritanismo, que não confunde respeito aos valores fundamentais da humanidade com moralismo – lembrando que Paulo Freire define moralismo como uma perversão da ética.
A única forma de defender a ética em sala de aula é pelo exemplo.
Então, como lidar com as divergências ideológicas na escola?
O próprio Paulo Freire responde.
Na maneira como lidamos com os conteúdos que ensinamos, no modo como citamos autores de cuja obra discordamos ou com cuja obra concordamos. Não podemos basear nossa crítica a um autor na leitura feita por cima de uma ou outra de suas obras. Pior ainda, tendo lido apenas a crítica de quem só leu a contracapa de um de seus livros.
Posso não aceitar a concepção pedagógica deste ou daquela autora e devo inclusive expor aos alunos as razões por que me oponho a ela mas, o que não posso, na minha crítica, é mentir. É dizer inverdades em torno deles.
O preparo científico do professor ou da professora deve coincidir com sua retidão ética. É uma lástima qualquer descompasso entre aquela e esta. Formação científica, correção ética, respeito aos outros, coerência, não permitir que o nosso mal-estar pessoal ou a nossa antipatia com relação ao outro nos façam acusá-lo do que não fez são obrigações a cujo cumprimento devemos humilde mas perseverantemente nos dedicar.
Por isso é não só interessante, mas profundamente importante que os estudantes percebam as diferenças de compreensão dos fatos.
É importante que eles tenham acesso às várias interpretações, nas mais diversas disciplinas, para que tenham condições de formular as suas próprias ideias.
Conhecimentos não são petrificados. Ninguém sabe tudo. Os livros não trazem tudo. Não chegamos no ponto final do conhecimento. Nenhum saber deve ser absolutizado.
Conhecimentos são pontos de partida. E uma boa formação se revela na capacidade de os alunos relacionarem, interpretarem e transformarem esses conhecimentos e aplicá-los em suas vidas.
E para isso é preciso conhecer as divergências e ter consciência das contradições presentes em todo saber.
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