Cuidados paliativos
Автор: Hospital de Clínicas de Porto Alegre
Загружено: 2015-08-12
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Confira as perguntas feitas na semana de 12 a 19/8:
Suelen Marques
Boa tarde! Sou cuidadora da minha avó materna, 73 anos, que tem IRC, sem possibilidades de transplantes devido um aneurisma de aorta ilíaca, fez por 1 ano e 5 meses o tratamento da Hemodialise e na ultima terça iniciamos o processo de Dialise Peritoneal como última alternativa. Desde a descoberta da doença cronica, varias complicações, várias internações, conheci o cuidado paliativo pela internet, e por conta própria comecei a desenvolver o" meu cuidado paliativo". Minha pergunta é: Como funciona o Cuidado Paliativo em casos semelhantes. Paciente sem queixas de dor, mas com uma única opção de tratamento no momento, como fica o cuidado paliativo empregado a este familiar, que por vezes tem dedicação total de tempo neste cuidado ?
Obrigada, fica registração minha admiração.
Lucia Miranda Monteiro Dos Santos
Cara Suelem, realmente conforme descrevestes, a tua vó é uma paciente que demanda muitos cuidados e atenção. A dor é um sintoma muito freqüente nos pacientes portadores de doença grave, em CP, mas o fato de não acontecr a queixa de dor, o paciente ainda necessita de cuidados paliativos, com mudança de decúbito, auxílio para as necessidades básicas diárias, companhia e atenção.
O cuidado é diário e absorve muito tempo do cuidador, portanto é necessário que a família se organize para dividir este cuidado, não levando o cuidador principal á exaustão.
Manter o paciente em casa, onde se sente confortável e seguro, com o cuidado da família contando ou não com o auxílio de cuidadores contratados, é sempre a melhor opção.
Agradeço a tua manifestação e espero ter auxiliado na questão.
Uma abordagem ampla, que visa melhorar a qualidade de vida de pacientes com doenças debilitantes: este é o viés dos cuidados paliativos, tema do novo episódio do Grand Round, que conta com a participação da Chefe do Serviço de Tratamento da Dor do HCPA, Lúcia Miranda Monteiro dos Santos e da Chefe da Unidade de Emergência Pediátrica do HCPA, Patrícia Miranda do Lago.
Em um ranking internacional, o Brasil figura como 38º pior país do mundo para se morrer devido à falta deste tipo de atendimento. No Hospital de Clínicas de Porto Alegre, um programa multidisciplinar dedica-se a pacientes, familiares e equipes envolvidas nestes casos. Entre os esclarecimentos, está o fato de que os cuidados paliativos não se restringem a pacientes terminais: encontram aplicações em outras situações, tais como o manejo de doenças crônicas, por exemplo.
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