A HISTÓRIA DO CRAQUE "RUBÉN PAZ", ÍDOLO DO INTERNACIONAL, PEÑAROL E DO RACING CLUB DA ARGENTINA.
Автор: Só Poster e Fotos de Times de Futebol
Загружено: 2025-06-12
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A HISTÓRIA DO CRAQUE "RUBÉN PAZ", ÍDOLO DO INTERNACIONAL, PEÑAROL E DO RACING CLUB DA ARGENTINA.
A história de Rubén Walter Paz Márquez, nascido na fronteiriça Artigas, Uruguai, em 8 de agosto de 1959, é a prova de que a paixão pelo futebol não conhece limites. Por meros 750 metros, ele esteve a um passo de ser brasileiro, mas o destino o reservou para brilhar intensamente em campos uruguaios, brasileiros e argentinos, deixando um legado inesquecível.
Sua jornada começou cedo, aos cinco anos, nos gramados de Artigas, e aos sete ele já vestia a camisa do Peñarol local. O que poucos sabiam é que o zagueiro mirim seria talhado pelo técnico Odilio Duarte para se tornar o mágico camisa 10 que o mundo viria a aplaudir.
A Ascensão de um Craque no Peñarol: Glória e Reconhecimento
Após uma década de dedicação no Peñarol de Artigas, com um título pela seleção municipal e a primeira convocação para a seleção uruguaia sub-20 – onde seria campeão do Sul-Americano de 1977 e faria história no primeiro Mundial da categoria –, Paz desembarcou no "original" Peñarol de Montevidéu. Aos 17 anos, já estava integrado ao time adulto, em um ano que, embora não fosse dos mais gloriosos para os "Manyas", foi um celeiro de talentos, impulsionado pelo olhar visionário do técnico brasileiro Dino Sani.
Em 1978, Paz já dominava o meio-campo. Sua presença vibrante ajudou o Peñarol a conquistar o Campeonato Uruguaio de forma invicta, além de outras competições menores. Quando o artilheiro Fernando Morena partiu para a Europa em 1979, foi Rubén Paz quem se agigantou, preenchendo a lacuna com maestria. Ele se tornou o artilheiro da equipe, com vinte gols, garantindo mais um título uruguaio. O mesmo ano marcou sua estreia pela seleção principal, onde, com um gol emocionante contra o Paraguai, já mostrava seu poder de decisão.
Entre 1979 e 1981, o brilho de Rubén Paz era incontestável. Ele foi eleito três vezes o melhor jogador uruguaio, um feito notável. Sua habilidade o fez ser um dos poucos a disputar dois Mundiais sub-20, e a proeza de ser bicampeão sul-americano sobre a Argentina de Maradona só realçava seu talento. O ápice de sua carreira pela seleção principal veio na virada de 1980 para 1981, quando foi peça fundamental na conquista uruguaia do Mundialito sediado em Montevidéu, um momento de glória que ecoaria por décadas.
A glória no Mundialito não passou despercebida. O lateral italiano Antonio Cabrini chegou a implorar publicamente para que a Juventus o contratasse. No entanto, o Peñarol optou por negociar sua joia com o Internacional, por um terço do valor esperado pelos italianos. Em 1982, Rubén Paz desembarcou em terras gaúchas, a poucos passos de seu país natal, e essa proximidade facilitou sua adaptação.
Sua chegada ao Internacional foi um verdadeiro divisor de águas. A habilidade de Rubén Paz impressionava a todos, sua categoria era singular, e sua capacidade de finalizar era letal. Era um meia ofensivo nato, que pisava na área com a naturalidade de quem nasceu para fazer gols. Após sua estreia em 1982, ele não saiu mais da equipe titular, assumindo o comando do meio-campo colorado com uma maestria que poucas vezes se viu.
Rubén Paz protagonizou grandes jogos com a camisa do Colorado, firmando-se como um dos maiores destaques do futebol brasileiro. Aos 23 anos, ele exibia uma habilidade simplesmente fora do normal, um talento que transcendia a idade. Ele não apenas ajudou o Inter a vencer, mas também chegou conquistando títulos logo em sua primeira temporada. Em 1982, levantou o troféu de Campeão Gaúcho, sendo um jogador absolutamente decisivo para o clube. Embora o Inter brigasse com as melhores equipes no Campeonato Nacional, o título não veio, mas a hegemonia colorada no Rio Grande do Sul se consolidava.
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