MAR DE INCERTEZAS🌊
Автор: RN RAPS
Загружено: 2025-04-18
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Navegando em um mar de incertezas, essa música é um desabafo sincero sobre os sentimentos que a vida às vezes nos impõe: solidão, dúvida e busca por direção. Com uma melodia acústica e uma letra intensa, deixo registrado esse momento de vulnerabilidade em forma de som.
Aperte o play, feche os olhos e deixe as ondas te levarem.
LETRA
As dúvidas… são correntes que me prendem…
E eu sigo, sem saber pra onde…
O silêncio grita dentro de mim…
Afogado em pensamentos que ninguém consegue ver
Cada onda me carrega pra um lugar que eu não sei ser
Tô perdido nesse espaço entre o medo e a esperança
Onde o tempo nunca volta e a saudade nunca cansa
Navego entre memórias que me puxam pra o passado
Mas o futuro é tão distante quanto o céu nublado
Coração é embarcação que já sofreu naufrágio
Mas ainda flutua, mesmo após tanto estrago
As estrelas tão embaçadas pelos olhos que já choram
E as promessas que fizeram já sumiram com a aurora
Será que tem sentido, ou é só mais uma cena?
Mar de incerteza, minha alma é o poema
O silêncio me responde com mais perguntas que dor
E o vazio me visita com a máscara do amor
Eu tentei ser mais forte, mas a força não segura
Quando a correnteza arrasta o peito pra essa loucura
Nesse mar de incerteza, me perco e me acho
Me afogo em silêncio, mas grito no espaço
Cada gota é lembrança que cai do meu peito
Tentei nadar pra você, mas fiquei no meio
É que tudo se dissolve quando encaro essa maré
E os castelos que sonhei viram areia de café
Tô bebendo minha angústia, madrugada adentro
Meu reflexo no espelho já não mostra o que eu tento
Cada lágrima é sal que corrompe o meu abrigo
E o que me resta de paz vira abrigo do perigo
O céu grita trovões e eu grito pra dentro
Mas ninguém ouve o som do silêncio no vento
E me pego escrevendo pra tentar me encontrar
Mas cada verso que nasce é mais um pra afundar
Essa âncora no peito, que me prende ao passado
Que pesa mais que o tempo e afunda o que é sagrado
E os olhos que juraram nunca mais me abandonar
Foram os primeiros a partir sem se virar
Agora só sobrou esse eco, esse buraco
Que se alastra no peito como fogo no mato
Eu já pedi socorro, mas o mar não responde
E as ondas só devolvem tudo que me esconde
Tentei fazer da dor poesia redentora
Mas a rima não preenche o vazio que devora
Se a vida é tempestade, eu sou barco sem vela
E o destino é um enigma que ninguém revela
Fico à deriva entre erros que voltam com força
E naufrago em memórias que ainda são mortas
Mas talvez... só talvez... tenha beleza na perda
Talvez o mar seja espelho da alma que enxerga
Porque mesmo entre o caos, quando tudo escurece
Ainda tem brilho nas coisas que o coração tece
Então sigo remando, mesmo sem direção
Carrego as cicatrizes como parte da canção
Se o amor se perdeu, pelo menos eu tentei
Fui até o fundo do abismo só pra ver quem eu deixei
E se um dia eu sumir sem deixar despedida
Talvez você entenda o peso dessa vida
Não culpe a maré, nem o céu, nem a sorte
Às vezes, o destino só escolhe quem é forte
E se eu não voltar, não pense que eu fugi
Talvez só me encontrei num lugar longe daqui
Mas enquanto eu respiro, essa dor é semente
E no mar de incerteza… sigo em frente
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