Cirurgia de Peyronie: O que esperar dos resultados | Dr. Marco Túlio Cavalcanti (CRM 136030)
Автор: Dr. Marco Túlio Cavalcanti
Загружено: 2026-02-18
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Doença de Peyronie: O Que Esperar dos Resultados no Pós-Operatório? | Dr. Marco Túlio Cavalcanti (CRM: 136030 – RQE: 56669)
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Neste vídeo, explico de forma clara e prática o que realmente esperar dos resultados no pós‑operatório das cirurgias para correção da Doença de Peyronie.
Começo contextualizando que a Peyronie não é uma condição rara, podendo variar de 3% a 20% em diferentes populações, com maior incidência em pacientes diabéticos, com disfunção erétil e também em homens que já foram submetidos à cirurgia de próstata. Trata‑se de uma deformidade adquirida do pênis que pode causar curvaturas, afilamentos e instabilidade, impactando de forma variável a função penetrativa.
Ao longo do vídeo, explico quando a cirurgia passa a ser considerada, especialmente nos casos em que a deformidade dificulta ou impossibilita a penetração e os tratamentos clínicos não trouxeram resultado, ou ainda quando existe associação com disfunção erétil.
Detalho os três principais grupos cirúrgicos:
Cirurgias de plicatura, nas quais encurtamos o lado longo para alinhar o pênis. Explico que a expectativa deve ser redução parcial ou total da curvatura, com possibilidade de leve afilamento, presença eventual de pontos palpáveis e cicatriz semelhante à de uma cirurgia de fimose.
Também abordo a possibilidade de reativação da doença no futuro, já que a plicatura não interfere na evolução da placa.
Cirurgias com enxerto sem prótese, discutindo o perfil do paciente ideal, as dificuldades do pós‑operatório, a possibilidade de retração do enxerto e os dados publicados que mostram risco significativo de disfunção erétil grave. Explico por que, na prática, essa indicação é bastante criteriosa.
Correção com expansão de túnica associada ao implante de prótese peniana, técnica que realizo com maior frequência. Nessa abordagem, buscamos recuperar tamanho e calibre dentro dos limites anatômicos do paciente e promover retificação completa ou quase completa. Explico também a possibilidade de modelagem no pós‑operatório, especialmente nas curvaturas ventrais, e o conceito de tratamento definitivo, já que a prótese funciona como um molde interno impedindo que o pênis volte a entortar.
Abordo ainda questões importantes sobre sensibilidade e orgasmo. Em cirurgias que envolvem mobilização do feixe vásculo‑nervoso, pode haver diminuição temporária da sensibilidade ou maior dificuldade para atingir o orgasmo, em torno de 10% a 15% dos casos, geralmente com melhora nos primeiros meses.
O vídeo reforça que cada caso é único e que quanto maior o tempo de evolução da deformidade, menor tende a ser o potencial de recuperação. Por isso, o alinhamento de expectativas no pré‑operatório é fundamental para a satisfação no pós‑operatório.
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