Maldição de Nhe zha ( Nhe Zha )
Автор: Zolsong ia
Загружено: 2026-01-11
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Intro
Sob o céu de jade, um desvio entre os seres celestiais altera o fluxo dos céus.
De uma pílula se manifesta um pequeno garoto, apontado pelos oráculos como portador de crueldade e mal absoluto.
Marcado como demônio antes de compreender o mundo,
os pergaminhos antigos registram apenas calamidade,
e os céus passam a observá-lo como algo que nasceu apenas para destruir.
Verso 1
Talismãs selam sua carne ainda pequena
Templos fecham portas, a vila o condena
Olhares pesam como julgamento do deus antigo
Antes mesmo de entender seu próprio caminho
Verso 2
Crescendo sob selos, sua fúria não se acumula
Avança além dos limites, expandindo sua fúria
Desígnios antigos tomam formas contidas
Um corpo jovem carregando uma força demoníaca, forte o suficiente para dizimar várias vilas
Verso 3
Crescendo, crescendo
Minha presença cobra um preço tremendo
Maldição, maldição
Se eu nunca tivesse vindo ao mundo
Talvez meus pais não carregassem essa condenação
Pré-Refrão
Maldição escrita pelo céu antigo
Dizem que o nome Nhe Zha carrega um castigo
Entre selos quebrados e a pílula que me criou
Essa marca me envolve desde quando tudo começou
Não vou aceitar o olhar de julgamento que jogam em mim
A pílula do demônio virou uma maldição sem fim
Me julgam mais que dragões enjaulados
E de mim vivem apavorados
Refrão
Que o céu se parta e o trovão se cale!
Não há relâmpagos que a minha alma abale!
Eu sou muito mais que só uma maldição,
vejam o fogo se espalhar pela minha mão.
Já viram um demônio temer um dragão?
Percebam, a solidão me ensinou a não temer essa escuridãoooo,
aceitação aprendi a viver com minha maldiçãoooo.
Pós-Refrão
A maldição arde no peito, um vazio profundo,
Não temo mais o caos que consome este mundo.
A solidão é meu trono, o presente da escuridão,
Aceitar o demônio em mim é a minha libertação!
Verso 4
Talvez eu seja o próprio cão, uma assombração, sem solução, para não os assustar, Nhe Zha, derrotar vocês é bem moleza, quanta tristeza, nem treinando por cem mil anos não chegariam aos pés desta besta, nem lutando com mil monstros, não teriam as chamas que meu coração manifesta.
Verso 5
Será que no palácio de jade, eles também temem esse demônio que manifesta um fogo escarlate?
Será que até mesmo nos céus eu seria uma atrocidade?
Por que o destino insiste em me tornar uma monstruosidade?
Verso 6
E se eu fizesse todos do palácio de jade temerem meu nome?
E se eu usa-se meu poder para me libertar do destino que me oprime?
Será que um dia respirarei sem que pareça que estou cometendo um crime?
Pré-Refrão 2
O mar é mais calmo que o vulcão,
mas nada pode impedir o oceano de causar uma inundação,
da mesma forma que um vulcão pode entrar em erupção,
o que impedi um demônio de quebrar sua maldição.
Refrão (Final)
Que o céu se parta e o trovão se cale!
Não há relâmpagos que a minha alma abale!
Eu sou muito mais que só uma maldição,
vejam o fogo se espalhar pela minha mão.
Já viram um demônio temer um dragão?
Percebam, a solidão me ensinou a não temer essa escuridãoooo,
aceitação aprendi a viver com minha maldiçãoooo.
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