VÊM. . . - Album: LAÇOS - SUNO - Fabiomont66 -
Автор: Fábio Monteiro
Загружено: 2026-03-08
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[Introdução# 2X]
Vêm pro samba lê lê nego. . . Vêm pro pagode Ia Iá nega. . .
Vêm. . . Chega pra mostrar, como que bota pra quebrar e requebrar. Até rachar o calcanhar. . .
Bate na palma da mão. . . Mostra com o pé no chão. Nesse samba o pagode, não há quêm não pode resistir sambar, sem paixão até o sol raiar. . .
[Verso 1]
Quando o Cavaco convoca com a sua harmonia esse povo indolênte junto com os partideiros pra versar a coisa fica excelente. . .
Vêm trazendo o Pandeiro que provoca com sua ousadia valente. . . Chamando o Banjo maneiro pra na prosa, engrossar aquela poesia da gente. . . E o Violão maravilhado com seu dedilhado vem trazendo maestria Imponente. . .
E o Surdo. . . Chega pra botar ordem na casa, pesado e marcando potente. . . O Repique malandro que se idêntifica intensifica no sapatinho firmando a corrente. . .
Ninguém mais fica parado e sem vacilar. . . O Tam Tam danado se invoca malcriado e inocente. . .
E o povo fica fascinado pra cantar e bebermorar mais contente. . .
[Ponte]
E o Samba cresce na palma da mão contagia. . . E a galera se remexe e se movimenta absorvendo dessa emoção toda magia. . .
Mas a Lua com inveja da alegria se lamenta. . . Chama as estrelas que emolduram e nessa pintura sustenta. . .
No pagode ilumina a partitura que nos guia e a noite esquenta. . .
[Pré-Refrão]
No Samba a tristeza afugenta; da mente, do corpo e da alma.
Liberta o fardo e o peso no coração que na batida se acalma. . .
Assim a sedução alimenta e espalhando a sensação. . .
Regada com cerveja gelada não têm tropeço; só evolução. . .
Um brinde a essa utopiaia encantada. . . No copo cheio, uma recarga santificada. . . Tóma só mais um góle. . . Todo mundo já quente se empolga pra cantar o Reefrão. . .
[Refrão]
Vêm pro samba lê lê, nego. . . Vêm pro pagode Ia Iá, nega.
Vêm. . . Chega pra mostrar, como que bota pra quebrar e requebrar. Até rachar o calcanhar. . .
Bate na palma da mão. . . Mostra com o pé no chão. Nesse samba o pagode, não há quêm não pode resistir sambar, sem paixão até o sol raiar. . .
Vêm pro samba lê lê nego. . . Vêm pro pagode Ia Iá nega. . .
Vêm. . . Chega pra mostrar, como que bota pra quebrar e requebrar. Até rachar o calcanhar. . .
Bate na palma da mão. . . Mostra com o pé no chão. Nesse samba o pagode, não há quêm não pode resistir sambar, sem paixão até o sol raiar. . .
[Verso 2#]
Quando o Cavaco convoca com a sua harmonia esse povo indolênte junto com os partideiros pra versar e a coisa fica excelente. . .
Vêm trazendo o Pandeiro que provoca com sua ousadia valente. . . Chamando o Banjo maneiro pra na prosa, engrossar aquela poesia da gente. . . E o Violão maravilhado com seu dedilhado vem trazendo maestria Imponente. . .
E o Surdo. . . Chega pra botar ordem na casa, pesado e marcando potente. . . O Repique malandro que se idêntifica intensifica no sapatinho firmando a corrente. . .
Ninguém mais fica parado e sem vacilar. . . O Tam Tam danado se invoca malcriado e inocente. . .
E o povo fica fascinado pra cantar e bebermorar mais contente. . .
[Ponte]
E o Samba cresce na palma da mão contagia. . . E a galera se remexe e se movimenta, absorvendo dessa emoção toda magia. . .
Mas a Lua com inveja da alegria se lamenta. . . Chama as estrelas que emolduram e nessa pintura sustenta. . .
No pagode ilumina a partitura que nos guia e a noite esquenta. . .
[Pré-Refrão]
No Samba a tristeza afugenta; da mente, do corpo e da alma. . .
Liberta o fardo e o peso no coração que na batida se acalma.
Assim a sedução alimenta e espalhando a sensação. . .
Regada com cerveja gelada não têm tropeço; só evolução. . .
Um brinde a essa utopiaia encantada. . . No copo cheio, uma recarga santificada. . . Tóma só mais um góle. . . Todo mundo já quente se empolga pra cantar o Reefrão. . .
[Refrão#2]
Vêm pro samba lê lê, nego. . . Vêm pro pagode Ia Iá, nega.
Vêm. . . Chega pra mostrar, como que bota pra quebrar e requebrar. Até rachar o calcanhar. . .
Bate na palma da mão. . . Mostra com o pé no chão. Nesse samba o pagode, não há quêm não pode resistir sambar, sem paixão até o sol raiar. . .
Vêm pro samba lê lê nego. . . Vêm pro pagode Ia Iá nega. . .
Vêm. . . Chega pra mostrar, como que bota pra quebrar e requebrar. Até rachar o calcanhar.
Bate na palma da mão. . . Mostra com o pé no chão. Nesse samba o pagode, não há quêm não pode resistir sambar, sem paixão até o sol raiar. . .
Vêm. . . Vêm chega. . . Negô. . . Vêm. . . Vêm chega. . . Negá. . .
Chega pra mostrar, como que bota pra quebrar e requebrar. . .
Até rachar o calcanhar. . .
Vêm. . . Vêm. . .
Amanhã eu não vou trabalhar. . .
Vêm. . . Vêm. . .
Preetinha. Seu sorriso vai me enfeitiçar. . .
Vêm. . . Vêm. . .
Nesse Samba o Pagode. . . Não pode acabar. . .
Vêm. . . Vêm. . .
Até rachar o calcanhar. . .
Vêm. . .
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