#TBT
Автор: A Mil Por Hora com Rodrigo Mattar
Загружено: 2026-01-29
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Chegou a quinta-feira, é dia de #TBT no @AMilPorHoraComRodrigoMattar e é a vez de finalmente trazer na memorabilia, no baú do esporte a motor, um dos assuntos mais controversos da história do automobilismo: o "racha" promovido por Tony George e a primeira prova da liga por ele criada, tendo a Indy 500, que era de sua família, fundadora do Indianápolis Motor Speedway, como principal apelo.
Em 27 de janeiro de 1996, no Walt Disney World Speedway, um hoje inativo oval de 1 milha de extensão, com 20 carros no grid e Buddy Lazier na pole, correu-se a primeira prova da Indy Racing League (IRL), com vitória de Buzz Calkins, que seria o primeiro campeão da competição.
Dois anos antes, Tony George retirou-se do Conselho de Administração da CART, afirmando ter possibilidades de criar seu próprio campeonato. Anunciou nome, regras (que mudaria no correr das coisas até a primeira prova) e, por exemplo, a nova liga não usaria carros novos, permitindo chassis de segunda mão e um regulamento próximo ao usado na Indy 500 de 1995. Havia múltiplos fornecedores de pneus e motores e a partir do biênio 1996-1997 (a segunda temporada foi bienal), viriam propulsores de aspiração normal porque a IRL não queria ter semelhanças demais com a CART.
No "racha" que terá contado com o aval de Bernie Ecclestone - Teo José e Willy Herrmann, em lives neste canal, contaram que isto aconteceu - a chamada 25/8 Rule, uma regra que fixava a presença de pelo menos 25 carros da IRL e oito vagas, digamos assim, "abertas", provocou o boicote da CART, exceto as equipes Galles e Walker, que se dividiram em respeito aos patrocinadores, porque a CART cismou de fazer a U.S. 500 no mesmo dia e esta foi um tirombaço no pé.
A IRL começou estranha - porém, cheia de pompa e circunstância, com direito a transmissões pelo canal ABC Sports, tendo o lendário Paul Page na narração, com carros velhos e pilotos um tanto quanto desconhecidos, é verdade, em meio a alguns veteranos feito Michele Alboreto, Eddie Cheever e Eliseo Salazar, mas teve o mérito de revelar o talento nato de um certo Tony Stewart, que tinha 23 anos quando estreou por lá após ganhar a USAC Triple Crown. Tony era um demônio dos midgets, rapidamente se adaptou no primeiro teste que fez para John Menard e azar de A.J. Foyt, que não o quis, por exigir exclusividade - e Tony queria correr de tudo.
Como dito, Calkins ganhou no WDW, Arie Luyendyk em Phoenix e Buddy Lazier triunfaria na Indy 500. A competição provocou inclusive problemas com relação aos direitos televisivos no Brasil, porque a IRL veio através do SBT nas primeiras provas e, por alguma razão, Carlo Gancia e Willy Herrmann romperam com Emerson Fittipaldi comercialmente e levaram a Indy 500 para a Bandeirantes.
Ironia do destino, a Band volta em 2026 a ter a hoje Fórmula Indy ou IndyCar Series, que assim é nomeada desde 2008, quando resolveu-se reunificar a hoje extinta ChampCar com a IRL.
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