Manifesto Antropofágico transposto para temas da atualidade, em forma de slam, por Michel Cena 7
Автор: Metrópolis
Загружено: 2022-02-12
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A convite do Metrópolis, o artista Michel Cena 7 fez uma interpretação de trechos do Manifesto Antropofágico de Mário, transposto para temas da atualidade, em forma de poesia slam.
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Só a natureza nos une, destruindo as ideias de Gobineau.
Só a diversidade nos explica, expressão universal da vida
Desmascarada já toda pseudociência da frenologia
Estamos cansadas, do penar, esse ritual costumeiro imposto pelo serviço quase de graça, roubaram-me e chamam-me usurpador, em quere pois r mais do que se oferece aos menines de minha cor.
E traíram a si mesmos, a Arte brasileira, e nessa missão de tirar do mais inteligente gesto da artesã, a genialidade natural... Empurraram-nos numa arte pálida, como o grito de um esclerosado, e não ouvi-se nada!
Decretamos o fim do luso boto, pois ele mentiu e manipulou, não há mais espaço para fantasias de homens funestos...
Ora, fez-se conceções demais nas terras de meus avôs, não por contrato, e sim violência, a única língua civilizatória da propriedade privada... Pública, que é do público nesse espaço cheio de restrições? Restringindo corpos, os querendo prisões...
Contra todos os chucros e suas mentes blindadas pela negação, o estereótipo que é velho e... Tá normal? 1:20...
Contra o salvador da pátria empalhado numa trincheira visível apenas ao mito sem mitologia, sua única a lógica é a do fim, do silêncio, da fuga dos debates que borbulham em comunidades mil por todo brasil sinalizando através da vida que pulsa, que não há mais espaço para fantasias de homens funestos.
Pelo fomento da múltipla escolha, e uma real estética da alimentação, quero comer, me alimentar, Carolinas querem comer- alimentar.
Contra o não lugar
Viva a inclusão do todo no tudo
Somos diferentes e é ai que nos encontramos.
A realidade como uma trama de tensões é a escola pra educação, e caia por terra a ideia de corpo geral, ideal, não cabem em nós é ancestral.
A realidade possível é trans, cendente, acendente, malokeira é malunguinha, que atravessa gerações, entoadas por sambas, cordões, contradições, com tradição e o luxo.
Que nossas peles tons marrons carregam, o próprio ouro a esmeralda lapidada, o pico da montanha alcançada! a força que ainda reside no nariz esfinge e olha; dizem que o burro do napoleão, tirou de lá.
É chegada a hora de levantar mais uma vez e de novo!
Nos colocar no centro do mundo, que o mundo é nossa vila expandida.
Umuntu Ngumuntu Ngabantu - Pajubá
A retomada da transformação, comemos dessa história e regurgitamos; O novo brasão do ex-brazil é o brasil que carrega em seu estandarte; estatuas de João Ramalho e Borba Gato em chamas; Eis a alegria a prova dos 9
Se tentaram juntar a experiência da vida brasileira com o trejeito que herdamos, a Cooperifa nos ensina, desde 2007*, é tudo nosso.
Michel Cena7 – dia 7 de fevereiro de 2022 - Atêlie CasaSete - São Bernardo do Campo – SP.
*A Cooperifa surge 2000 e o sarau da Cooperifa existe desde 2002, o autor do texto aqui se refere a semana de arte moderna da periferia, e faz referência ao Manifesto da Antropofagia Periferia lançado em 2007 – texto de Sérgio Vaz.
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