Piloto é liberado após fiança por agressão que deixou adolescente em coma em Brasília
Автор: Resumo Dia
Загружено: 2026-01-25
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O piloto Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos, foi colocado em liberdade provisória mediante pagamento de fiança de R$ 24.315, após audiência de custódia realizada neste sábado (24/1) em Brasília. Ele havia sido preso em flagrante na sexta-feira (23/1), acusado de agredir fisicamente um adolescente de 16 anos, que sofreu traumatismo craniano, está intubado e permanece em estado grave na UTI do Hospital Brasília, em Águas Claras.
A Justiça também determinou medidas cautelares: Pedro deverá comparecer a todos os atos do processo, não poderá ausentar-se do Distrito Federal por mais de 30 dias sem autorização judicial e está proibido de mudar de endereço sem comunicar à 1ª Vara Criminal e ao Tribunal do Júri de Águas Claras.
O magistrado responsável entendeu que, no momento inicial do processo, não havia periculosidade elevada do investigado que justificasse prisão preventiva, considerando-a medida excepcional para casos de necessidade concreta.
Conforme informações, a agressão ocorreu na saída de uma festa em Vicente Pires, após um desentendimento entre o piloto e a vítima. Segundo relatos do delegado-chefe da 38ª DP, Pablo Aguiar, o conflito começou quando Pedro, de dentro de um carro, arremessou um chiclete a um amigo próximo à vítima. O adolescente comentou que, se fosse com ele, "não deixaria barato". Após o comentário, Pedro saiu do veículo e iniciou uma briga física, desferindo um soco que resultou na queda da vítima e lesão grave na cabeça ao bater em um carro próximo. O adolescente apresentou quadro clínico de extrema gravidade, incluindo parada cardiorrespiratória e necessidade de drenagem de sangue pelo rompimento de artéria craniana.
O episódio foi gravado por outra pessoa, que poderá responder por omissão de socorro, visto que o grupo ao redor optou por filmar em vez de auxiliar a vítima. Inicialmente, Pedro foi autuado por lesão corporal gravíssima, crime cuja pena pode variar de dois a oito anos. A defesa do piloto classificou o caso como um “desentendimento banal” e manifestou solidariedade à família do adolescente, ressaltando que Pedro não teve a intenção de ocasionar o desfecho trágico.
O caso segue em investigação pela Polícia Civil do Distrito Federal e aguarda novos desdobramentos conforme a recuperação da vítima e o andamento do processo judicial.
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