Confusão generalizada marca reunião da CPMI do INSS em Brasília
Загружено: 2026-02-26
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Brasília viveu mais um capítulo de tensão política nesta quinta-feira. Durante reunião da CPMI que investiga desvios em aposentadorias do INSS, parlamentares da base governista e da oposição protagonizaram cenas de agressão física que paralisaram os trabalhos da comissão.
O estopim do conflito foi um pedido da base para votação em bloco de 86 requerimentos, entre eles a quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico de Fábio Luis Lula da Silva, o "Lulinha", filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A oposição, no entanto, exigiu votação nominal — o que, segundo o regimento interno do Senado, exige intervalo mínimo de uma hora entre votações. Ao acelerar os discursos e colocar a matéria em votação simbólica, o presidente do colegiado, senador Carlos Viana, viu a base sair derrotada, gerando revolta entre os governistas.
O ápice da confusão ocorreu quando o deputado Rogério Correia (PT-MG) desferiu uma cotovelada no deputado Luiz Lima (PL-RJ). O episódio foi registrado pelas câmeras da Casa e já motivou uma representação no Conselho de Ética protocolada pelo Partido Novo, que pede a suspensão do mandato do parlamentar petista. Mais tarde, durante a retomada da sessão, Correia admitiu a agressão e pediu desculpas publicamente ao colega.
Em meio ao tumulto, a reportagem da Record News MA conversou com o vice-presidente da CPMI, deputado Duarte Júnior (PSB-MA), que classificou a cena como "extremamente constrangedora".
"Teve copo quebrado, troca de socos. O pior só não aconteceu porque a polícia legislativa interviu. O que vimos não foi combate à corrupção, mas parlamentares saindo no tapa. O povo brasileiro não aceita mais isso", afirmou o parlamentar maranhense.
Entre os requerimentos aprovados estão a quebra de sigilo de Lulinha, do assessor do senador Davi Alcolumbre e de um assessor do senador Weverton Rocha. Apesar da aprovação, a base governista já articula uma reunião com o presidente do Senado para tentar reverter a decisão.
Paralelamente, 46 deputados federais protocolaram pedido de prisão preventiva contra Lulinha na Procuradoria-Geral da República. O pedido será analisado pela PGR e, posteriormente, pelo Supremo Tribunal Federal.
A CPMI do INSS segue seus trabalhos em meio a um clima de tensão que promete esquentar ainda mais os debates no Congresso Nacional.
Programa Dizendo Tudo, com Daniela Bandeira, Record News MA, às 18h, no Canal 23.1.
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