"Minha mãe cancelou minha passagem de estudos e disse: 'Sua irmã merece mais que você!'"
Автор: UMA BELA HISTÓRIA
Загружено: 2025-07-10
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⛔ESSA HISTÓRIA E GRAVAÇÃO DE IMAGENS FOI FEITA PELO CRIADOR DO CANAL UMA BELA HISTÓRIA. NÃO AUTORIZO UTILIZAR MINHAS HISTÓRIAS ⛔
Eu estava com a mochila fechada, o passaporte no bolso interno e o coração explodindo entre nervosismo e esperança. Eram quase oito da noite. Eu contava cada minuto, como se cada um me aproximasse de um mundo que por tanto tempo me disseram que não era para mim. Estudar na Europa parecia algo inalcançável, mas ali estava eu… pronta. Ou quase.
Minha mãe me chamou na sala. O rosto dela já dizia tudo. Duro. Frio. Vazio de qualquer sombra de alegria por mim. Ela segurava algo entre os dedos. Meu envelope. E antes que eu dissesse qualquer coisa, ela ergueu a voz:
— Você não merece isso. Sua irmã sim. Ela é o orgulho desta casa. Você? Você só dá desgosto.
Tentei entender. Travei.
Ela arrancou a passagem da minha mão, rasgou o envelope, segurou o bilhete como se fosse lixo — e com o isqueiro que usava para acender velas aos domingos, ateou fogo bem na minha frente.
A chama subiu como uma sentença. Eu caí de joelhos. Chorei ali mesmo, em silêncio, enquanto ela observava com um desprezo que atravessava minha pele.
— Não chore. Faça como sempre fez: aceite.
Foi então que uma porta bateu.
Meu pai.
Ele entrou apressado, camisa amarrotada, expressão em choque. Olhou para mim no chão, para minha mãe com o isqueiro ainda aceso, e para as cinzas da passagem girando no ar.
— O que você fez? — ele disse, sem elevar a voz, mas com uma gravidade que pesava toneladas.
Minha mãe bufou, debochada:
— Aquela passagem era um erro. Eu corrigi.
Meu pai andou até ela, devagar, como se controlasse cada célula do corpo. Então, parou bem na frente dela.
— Aquela passagem… era da Bruna. Eu comprei para a Bruna. Mas no último momento, eu troquei. Fiz no seu nome, Júlia. Era sua. E sabe por quê? Porque foi você quem estudou, quem batalhou, quem passou meses escondendo lágrimas pra não preocupar ninguém. Não foi sua irmã. Foi você. E agora… agora você vai.
Minha mãe empalideceu. Literalmente. A cor sumiu do rosto como se alguém tivesse puxado o sangue dela pela sola dos pés.
— Você fez o quê? — ela sussurrou, com a voz trêmula pela primeira vez.
Meu pai se virou para mim. Ajoelhou. Me pegou pela mão, ignorando as cinzas no chão e o fato de que eu tremia como uma criança assustada.
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