O DINHEIRO NAZISTA QUE CHEGOU AO BRASIL : NO RASTRO DA SERPENTE - Viagem na Historia
Автор: Viagem na História
Загружено: 2025-12-21
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A CONEXÃO BRASILEIRA DO DINHEIRO DO TERCEIRO REICH : Uma obra de arte roubada revelou uma rede de dinheiro nazista que terminou no Brasil.
Uma casa à venda na Argentina. Um anúncio imobiliário comum. Até que, numa das fotos, surge um quadro antigo — roubado de um marchand judeu durante a Segunda Guerra Mundial. Esse detalhe aparentemente banal abriu uma investigação internacional que revelou uma rede silenciosa de dinheiro, obras de arte saqueadas, empresas de fachada e investimentos espalhados entre a Alemanha nazista, a Suíça e o Brasil.
No centro dessa história está Friedrich Gustav Kadgien, um nome quase desconhecido do grande público, mas essencial para entender como o dinheiro do Terceiro Reich sobreviveu à derrota de 1945. No documentário da TV alemã WDR, Kadgien recebeu um apelido inquietante: “A Serpente”.
Neste vídeo, seguimos a trajetória completa desse operador financeiro do regime nazista. Kadgien não era um oficial das SS, não usava uniforme, não discursava em palanques. Ele era algo mais perigoso: um comissário econômico civil do Plano Quadrienal, responsável por transformar bens confiscados — dinheiro, diamantes, ações e obras de arte — em moeda forte para sustentar a máquina de guerra de Hitler.
Explicamos em detalhes como funcionava o Plano Quadrienal, criado em 1936 e chefiado por Hermann Göring, uma estrutura paralela de poder que controlava a economia alemã, o câmbio, as importações estratégicas e o saque sistemático de patrimônios judeus. Foi dentro desse sistema que Kadgien operou — como encarregado da realização de ativos e obtenção de divisas.
Com o colapso do Reich, Kadgien foge para a Suíça, onde se associa a Ernst Imfeld e Ludwig Haupt, formando a empresa IMHAUKA. A partir daí, nasce uma rede financeira que movimenta dezenas ou centenas de milhões de francos suíços, convertendo riqueza saqueada em novos negócios no pós-guerra.
O Brasil entra nessa história de forma direta. No Rio de Janeiro, surge a Imhauka Brasileira Industrial e Comercial S.A.. No Pantanal, Kadgien e Haupt controlam uma fazenda monumental de cerca de 83 mil hectares às margens do Rio Taquari, com rebanhos estimados em 20 mil cabeças de gado. E, em Varginha (MG), acompanhamos a inauguração da Companhia Brasileira de Caldeiras (CBC), em setembro de 1955 — um marco industrial local ligado ao mesmo período e à mesma rede de capitais.
Gravado com imagens do documentário da WDR, fotos históricas, documentos e cenas atuais filmadas em Varginha, este vídeo conecta o nazismo econômico, a Suíça bancária, a América do Sul e o Brasil industrial numa única narrativa.
Décadas depois, em 2025, a descoberta de uma obra de arte roubada em uma casa ligada à família de Kadgien na Argentina reabre o caso e confirma: o dinheiro do nazismo não desapareceu — ele apenas mudou de endereço.
Este não é apenas um vídeo sobre o passado. É uma investigação sobre memória, dinheiro, silêncio e responsabilidade histórica.
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