Quarta-feira 04/ de Março de 2026
Автор: Luciano Costa
Загружено: 2026-03-04
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no Recinto de Oração)
Angelus
℣. O Anjo do Senhor anunciou a Maria.
℟. E ela concebeu do Espírito Santo.
℣. Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.
℟. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.
℣. Eis aqui a serva do Senhor.
℟. Faça-se em mim segundo a vossa Palavra.
℣. Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.
℟. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.
℣. E o Verbo se fez carne.
℟. E habitou entre nós.
℣. Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.
℟. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.
Quarta-feira depois do I domingo da Quaresma
A imensidade da dor da Paixão de Cristo
«Atendei e vede se há dor semelhante à minha dor» (Lm 1, 12)
Cristo, na sua paixão, sofreu verdadeiramente a dor. Tanto a sensível, causada pelos tormentos corpóreos, como a interior, causada pela apreensão do mal, que se chama tristeza. Ora, ambas essas dores foram máximas em Cristo, entre as dores da vida presente. O que se explica por quatro razões.
1. Primeiro, pelas causas da dor. Pois, a dor sensível teve como causa uma lesão corpórea cheia de acerbidade, tanto pela generalidade da paixão, como pelo gênero da mesma. Pois, a morte dos crucificados é acerbíssima, por serem trespassados em lugares nervosos e sobremaneira sensíveis, que são as mãos e os pés. E além disso, o peso mesmo do corpo pendente continuamente aumenta a dor; acrescentando-se ainda a diuturnidade dela, pois os crucificados não morrem logo como os mortos pela espada.
Quanto à dor interna, teve as causas seguintes. Primeiro, todos os pecados do gênero humano, pelos quais satisfazia com os seus sofrimentos; por isso como que os avocou a si dizendo: «Os clamores dos meus pecados» (Sl 21, 1). Segundo e especialmente, a culpa dos judeus e dos outros, que lhe infligiram a morte; e sobretudo a dos discípulos, que se escandalizaram com a paixão de Cristo. Terceiro, ainda, a perda da vida do corpo, naturalmente horrível à natureza humana.
2. Segundo, a grandeza da dor pode ser considerada relativamente à sensibilidade do paciente. Assim, o seu corpo tinha a melhor das compleições; pois, fora formado milagrosamente por obra do Espírito Santo. Porque nada é mais perfeito que o produzido por milagre, e por isso, o sentido do tato, que serve para perceber a dor, era em Cristo extremamente delicado. Também a alma, nas suas potências interiores, apreendia com grande eficácia toda as causas da tristeza.
3. Terceiro, a grandeza da dor de Cristo na sua paixão pode ser considerada quanto à pureza da mesma dor. Pois, nos outros pacientes, mitiga-se a tristeza interior e também a dor externa, pela reflexão racional, causando uma certa derivação ou redundância das potências superiores para as inferiores. O que não se deu na paixão de Cristo, pois, a cada uma das potências permitia agir dentro do que lhe era próprio, como diz Damasceno.
4. Quarto, a grandeza da dor de Cristo pode ser considerada quanto ao fato de ser a sua paixão e sua dor assumidas voluntariamente, com o fim de livrar o homem do pecado. Por isso, assumiu uma dor tão grande, que fosse proporcionada à grandeza do fruto dela resultante.
Assim, pois, de todas essas causas simultaneamente consideradas, resulta claro que a dor de Cristo foi a máxima das dores.
III, q. XLVI, a. 6.
(P. D. Mézard, O. P., Meditationes ex Operibus S. Thomae.)
℣. Rogai por nós, Santa Mãe de Deus.
℟. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
℣. Oremos.
Infundi, Senhor, em nossos corações a vossa graça, vo-lo suplicamos, a fim de que, conhecendo a anunciação do Anjo e a encarnação de Jesus Cristo, vosso Filho, pelos merecimentos de sua paixão e morte cheguemos à glória da ressureição.
Pelo mesmo Cristo Senhor Nosso.
℟. Amém.
℣. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
℟. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
℣. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
℟. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
℣. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
℟. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
℣. Para os fiéis defuntos: dai-lhes, Senhor, o descanso eterno.
℟. E a luz perpétua os ilumine.
℣. Descansem em paz.
℟. Amém.
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