DIVERSOS 22: LEVANTES MODERNISTAS
Автор: Sesc São Paulo
Загружено: 2021-09-28
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Live com interpretação em Libras.
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DIVERSOS 22: LEVANTES MODERNISTAS
28/09 DAS 16H ÀS 19H
Mesas
16h às 17h30
Anos 1920-1930
Nas duas primeiras décadas do século XX, o movimento modernista se lança em diferentes processos de afirmação e construção de sua legitimidade. O “moderno”, o “nacional” e sobretudo o desejo de “revolução” constituem seus terrenos de disputa e de embates. Os projetos estético-políticos de Mário de Andrade, a antropofagia oswaldiana, o “anarco-comunismo” do CAM de Flavio de Carvalho, a direita nacionalista e fascista, tudo se torna turbilhão em meio à crise de 29 e a “Revolução de 1930”.
Arte e sociabilidade no Clube de Artistas Modernos (1932-1933)
Com Graziela Naclério Forte.
Modernismo - anos 20.
Com Eduardo Jardim
Mediação: Mauricio Trindade da Silva
17h40 – 19h00
Anos 1940-1950
Esta mesa se volta para a reflexão sobre o legado da Semana, a partir de seus expoentes e críticos. A começar por Mário de Andrade, em dois tempos. Primeiro, em uma de suas facetas menos conhecidas: o “africanista” que logo fascinou Roger Bastide. Assim, pretende-se evocar, à luz de um conjunto expressivo de trocas epistolares, como o escritor, musicólogo e gestor cultural inscreveu-se numa rede de especialistas nacionais e estrangeiros, voltados para o estudo das culturas negras no mundo e fortemente engajados no combate antirracista. Entre os anos de 1940-1950, o modernismo de 22 passa a ser “comemorado”. Primeiro pelo negativo. E aqui retorna Mário de Andrade. Ele inaugura, no contexto da ditadura do Estado Novo e da Segunda Guerra Mundial, a crítica modernista ao modernismo. Em sentido oposto, seguindo os ares otimistas pós 45, Oswald de Andrade e Lourival Gomes Machado chamam de volta o modernismo da Semana como símbolo para um novo Brasil. Em seus 30 anos, o legado da Semana receberá releitura, engajada e otimista, do mais radical intelectual modernista, o crítico Mário Pedrosa. Entre os dois Mários, e diante dos ventos favoráveis do desenvolvimentismo, um segundo momento modernista se constitui.
Mário de Andrade em correspondência com africanistas nacionais e estrangeiros
Com Lígia Ferreira
Mário de Andrade e Mário Pedrosa
Com Francisco Alambert
Mediação: Lucio Gomes Machado
Eduardo Jardim é doutor pela UFRJ e mestre pela PUC-RIO. Publicou, entre outros livros, Eu sou trezentos – Mário de Andrade – vida e obra. (Rio de Janeiro: Edições de Janeiro, 2015) - (Prêmio Jabuti de melhor livro de não-ficção, 2016).
Francisco Alambert é doutor em História e professor do Departamento de História da USP, onde leciona História Social da Arte e História Contemporânea. Publicou, entre outros, História, arte e cultura: ensaios (Editora Intermeios, 2020). Em 2004 recebeu o prêmio Jabuti por Bienais de São Paulo: da era do Museu à era dos Curadores (editora Boitempo). É o curador de Diversos22: Levantes Modernistas.
Graziela Naclério Forte é doutora pela Unicamp e possui pós-doutorado pela Unesp-Marília; tem experiência na área de História Social, com ênfase em História Social da Arte Brasileira e Modernismo.
Ligia Fonseca Ferreira é professora do curso de Letras da Unifesp. Possui doutorado pela Sorbonne, com tese sobre a vida e a obra de Luiz Gama. Realizou pós-doutorado no Instituto de Estudos Brasileiros da USP sobre epistolografia de Mário de Andrade. Publicou o ensaio “Mário de Andrade, africanista” no volume da obra inédita do autor Aspectos do folclore brasileiro (Global, 2019).
Lucio Gomes Machado é doutor em Arquitetura e Urbanismo (USP) e professor do Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto (FAU-USP); foi curador da III e IV Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.
Mauricio Trindade da Silva é doutor em Sociologia da Cultura (USP) com pesquisa sobre Mário de Andrade e o Grupo dos Cinco; é gerente adjunto do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc SP.
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