Song of the Ancient Mists (Canção das Brumas Antigas)
Автор: GyanDevika
Загружено: 2026-01-22
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Song of the Ancient Mists - Canção das Brumas Antigas - é uma canção inspirada nas memórias antigas da Terra, nos círculos de pedra, nas florestas sagradas e nas vozes que parecem sussurrar através do tempo.
Essa música fala sobre o chamado do que é antigo e eterno, sobre a lembrança da alma, sobre caminhar entre véus, ouvir o silêncio e reconhecer que carregamos dentro de nós histórias que vêm de muito antes de sabermos quem somos.
É uma canção para:
☀️ meditar
☀️ entrar em estados contemplativos
☀️ sentir a presença da natureza e do sagrado
☀️ viajar por paisagens internas e ancestrais
☀️ ou simplesmente se deixar envolver pela atmosfera de mistério e magia.
A energia dessa música é ritualística, suave e profunda, como se cada nota abrisse um portal para as brumas do tempo e para a memória espiritual que vive em cada ser.
Que Song of the Ancient Mists te conduza por caminhos antigos, desperte lembranças da alma e te reconecte com o que é essencial, invisível e eterno.
—
✨ Escrita e interpretada por Gyan Devika
CANÇÃO DAS BRUMAS ANTIGAS (Song of the Ancient Mists)
Ah… ôh… ah…
Ah… ôh… ah…
Nas brumas do tempo eu ouvi te chamar
Voz de pedra, rio e luar
Há um nome antigo guardado em mim
Que desperta quando o mundo dorme assim
Pelos bosques de Avalon
Meu espírito aprendeu a andar
Toda ferida vira canção
Quando a alma volta a lembrar
Há um fogo que não se apaga
Há um fio que não se rompeu
Sou filha da terra e do vento
Sou o sonho que não morreu
Eu sou o véu e sou o portal
Sou a chama do ritual
Canto antigo, voz do chão
Coração de pedra e canção
Eu sou o rio, eu sou o mar
Sou a lua a me guiar
No círculo sagrado estou
O que eu busco, eu já sou
As árvores sabem meu nome
As estrelas sabem meu fim
Toda a vida me reconhece
Quando eu retorno pra mim
Carrego marcas de outras eras
Passos que já dancei
Toda vez que eu canto a Terra
Lembra quem eu sempre fui, quem eu serei
Há um sino entre os mundos
Chamando pra atravessar
O invisível é só um véu
Esperando a gente lembrar
Eu sou o véu e sou o portal
Sou a chama do ritual
Canto antigo, voz do chão
Coração de pedra e canção
Eu sou o rio, eu sou o mar
Sou a lua a me guiar
No círculo sagrado estou
O que eu busco, eu já sou
Roda a roda, gira o tempo
Roda a roda, volta o ser
O que foi, o que é, o que serei
Mora inteiro em meu viver
Roda… gira… lembra… sou…
(Refrão final – mais épico e depois suaviza)
Eu sou o véu e sou o portal
Sou a chama do ritual
Filha antiga da canção
Guardião do coração
Eu sou o rio, eu sou o mar
Sou a lua a me guiar
No círculo sagrado estou
O que eu busco, eu já sou
Ah… ôh… ah…
Ah… ôh… ah…
Ah… ôh… ah…
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