MIMANDO SEU FILHO? Como, criar filhos em tempos modernos?
Автор: Flávio | Falando de Graça
Загружено: 2026-02-14
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Vivemos em uma geração marcada pela velocidade, pela tecnologia e pelo acesso ilimitado à informação. Nunca foi tão fácil aprender sobre tudo — e, paradoxalmente, nunca foi tão difícil formar caráter. Criar filhos nos tempos modernos se tornou um dos maiores desafios da humanidade. Muitos pais são bem-intencionados, desejam proteger seus filhos da dor, das frustrações e dos sofrimentos que eles mesmos enfrentaram. Porém, aquilo que parece amor, quando se transforma em superproteção, pode se tornar um grande erro.
Existe um princípio antigo, mas extremamente atual: tempos difíceis forjam pessoas fortes. A própria Bíblia confirma essa verdade ao ensinar que o ouro é provado no fogo. Isso significa que caráter não se forma sem desafios, sem limites e sem correção. Dificuldades desenvolvem resiliência, maturidade emocional e capacidade de enfrentar adversidades. O problema é que muitos pais tentam preparar seus filhos para um mundo que não existe — um mundo sem dor, sem frustração e sem regras. Mas esse mundo é ilusório.
Pais não criam filhos para si mesmos; criam filhos para o mundo. E o mundo não é indulgente. Ele não adapta regras aos sentimentos de ninguém. Por isso, o papel dos pais é preparar os filhos para a realidade da vida, e não para uma fantasia confortável. Poupar os filhos de toda frustração não é virtude — é negligência.
A Bíblia ensina que os filhos são herança do Senhor. Eles não nos pertencem; são confiados a nós por um tempo. O papel dos pais não é controlar, possuir ou viver através dos filhos, mas educá-los, formá-los e prepará-los para cumprir o propósito de Deus. Criar filhos não é satisfazer o ego dos pais, é formar caráter — e caráter se forma com disciplina, limites e correção.
A Palavra de Deus é clara: “Quem ama, corrige”. Amor verdadeiro não é permissividade. Amor verdadeiro é compromisso com o futuro do outro. Educar não é agradar. Educar é, muitas vezes, dizer “não”, frustrar desejos imediatos e confrontar atitudes erradas em favor de um bem maior. Um filho que cresce sem limites inevitavelmente sofrerá — e fará outros sofrerem também.
A Bíblia nos apresenta exemplos claros, como o sacerdote Eli, que amou seus filhos, mas falhou em corrigi-los. O resultado foi trágico. A falta de correção destruiu seus filhos e trouxe vergonha para toda a sua casa. Filhos que não são corrigidos envergonham os pais — não apenas publicamente, mas moral, emocional e espiritualmente.
Os limites precisam ser ensinados dentro de casa, porque o mundo impõe limites sem misericórdia. A casa deve ser o ambiente seguro onde a criança aprende, erra, é corrigida e cresce. Quando os pais falham, o mundo assume esse papel — e o mundo educa com dor, não com amor.
Vivemos uma geração de pais superprotetores criando filhos emocionalmente frágeis. Jovens que não sabem lidar com frustrações, rejeições, autoridade e responsabilidades. Isso gera adultos imaturos, incapazes de manter relacionamentos, empregos e compromissos. A falta de limites na infância produz sofrimento na vida adulta.
Até Jesus, sendo Filho de Deus, passou por processos de crescimento, obediência e amadurecimento. Se até Ele se submeteu, por que acreditamos que nossos filhos não precisam passar por processos semelhantes?
Criar filhos exige coragem. Exige amor, mas também firmeza. Exige carinho, mas também disciplina. A Bíblia resume isso em um princípio poderoso: “Instrui a criança no caminho em que deve andar”. Instruir dá trabalho, exige tempo, paciência e, muitas vezes, ir contra a cultura dominante.
Criar filhos à luz da Bíblia é plantar para o futuro. É formar homens e mulheres emocionalmente maduros, responsáveis, capazes de amar, respeitar regras e viver em sociedade. Corrigir hoje é poupar sofrimento amanhã. Educar com amor é um ato de fé, coragem e responsabilidade.
Que Deus te abençoe!
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