Avaliação Toyota Hilux SR5 - 2000 - Indestrutível, uma das picapes mais brutas já feita
Автор: Tudo de carro
Загружено: 2025-05-26
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Essa aqui é uma Toyota Hilux SR5, ano 2000, com motor 2.8 diesel — simplesmente uma das picapes mais brutas e resistentes já feitas pela humanidade.
E no vídeo de hoje eu vou mostrar todos os detalhes dessa monstruosidade em forma de picape: seus pontos positivos, negativos e muita curiosidade bacana.
HISTÓRIA E CONTEXTO
Antes de mais nada, gostaria de agradecer ao Ronaldo por ter cedido esse carro pro vídeo. Inclusive, essa Hilux está à venda — o link do anúncio vai estar no primeiro comentário fixado. Se o comentário não estiver mais lá, é porque o carro já foi vendido.
A Hilux chegou ao Brasil em 1992, ainda importada do Japão, na sua quinta geração.
Ela foi uma das primeiras picapes médias a serem vendidas no Brasil, ocupando o espaço entre as compactas — como Saveiro, Fiorino e Chevy 500 — e as grandalhonas, como D20 e F1000.
As concorrentes diretas chegaram um pouco depois, como Ford Ranger, Chevrolet S10 e Nissan Frontier.
A partir de 1997, a Hilux passou a ser fabricada na Argentina, na planta de Zárate.
Em 2002, recebeu uma leve reestilização, e em 2005 chegou a nova geração — maior, mais confortável e que, com o tempo, se tornaria líder de vendas no segmento.
CONJUNTO MECÂNICO
Debaixo do capô, essa versão traz o motor 2.8 diesel aspirado, 4 cilindros em linha.
São 77 cavalos de potência a 3.800 rpm e 17,7 kgfm de torque a 2.400 rpm.
Hoje esses números parecem baixos, mas até o fim dos anos 90, era comum encontrar picapes a diesel sem turbo.
Por outro lado, esse motor é famoso pela robustez e resistência. Aliás, essa fama não vem de hoje — quem lembra do episódio do Top Gear, quando eles tentaram destruir uma Hilux 1998 de todas as formas possíveis? Jogaram no mar, derrubaram de um prédio... e a Hilux continuou firme e forte.
O câmbio é manual de 5 marchas, com engates bem justos.
A tração 4x4 é acionada por alavanca — fácil de operar — mas com roda livre manual, ou seja, você precisa ir até o cubo da roda dianteira e travar. Nada de eletrônico aqui, meu amigo. Essa picape é bruta de verdade.
VISUAL E CONJUNTO
Ela usa rodas de ferro com desenho simples e bonito. A medida dos pneus é 215/80 aro 16 — pneus grandes, que ajudam a encarar qualquer terreno sem dificuldade.
Segundo o Best Cars, mesmo com feixe de molas na traseira, a suspensão da Hilux era uma das mais equilibradas da categoria, surpreendendo pela combinação entre robustez e relativo conforto — algo raro em picapes da época, que eram conhecidas por pular bastante.
Ela também se destaca pela boa altura em relação ao solo e pelos bons ângulos de entrada e saída, que ajudam muito no uso fora-de-estrada.
E olha que curioso: essa Hilux mede 4,85 metros de comprimento. Isso significa que ela é cerca de 10 cm menor que uma Fiat Toro atual. E olha que hoje a Toro é considerada uma picape pequena quando comparada às Hilux e Rangers modernas.
SEGURANÇA E ÉPOCA
Naquela época, picapes como essa eram vistas principalmente como veículos de trabalho.
Testes de impacto? Airbags? ABS? Isso era luxo!
O pessoal pensava assim: é um carro bruto, aguenta pancada, não precisa de tecnologia nenhuma.
Outros tempos...
FECHAMENTO
Ou seja, a Hilux 2000 é bruta, simples e eficiente — exatamente o que se esperava de uma verdadeira picape dos anos 90. Uma máquina que encara qualquer parada e ainda mantém o respeito por onde passa.
Se você curtiu o vídeo, já deixa o like, comenta aqui embaixo se você teria ou já teve uma dessas, e se inscreve no canal pra mais vídeos como esse. Valeu e até a próxima!
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