Saiba mais sobre Metais Tóxicos
Автор: Dr. Alain Dutra
Загружено: 2018-11-18
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Qual é o grande problema em relação as intoxicações por metais tóxicos?
São múltiplas e acumulativas.
Individualmente várias fontes diferentes de intoxicação podem estar dentro dos limites legais de exposição mas a múltipla exposição a vários metais por muitos anos acaba gerando intoxicação.
É muito raro intoxicações agudas que apareceriam em um exame de sangue, um exemplo seria a intoxicação de Mariana, muito mais frequente é a lenta acumulação que só vai aparecer em exames de saliva, urina de 24 horas ou de cabelo, os chamados mineralogramas.
Os sintomas de intoxicação são raramente óbvios, já que o acúmulo acontece ao longo de anos e os sintomas são muito vagos, sendo facilmente confundidos com estresse, depressão ou excesso de trabalho.
Algumas pessoas são eficientes no sistema detox naturalmente, nunca desenvolvendo sintomas, enquanto outras por mutações SNIPS (polimorfismos de um único nucleotídeo), apresentam uma predisposição genética a se intoxicarem muito mais facilmente.
O principal alvo de estrago pelos metais tóxicos é a mitocôndria. Como produzimos radicais livres o tempo todo no processo de produzir energia e precisamos de enzimas antioxidantes funcionando o tempo todo dentro da mitocôndria, isso as torna particularmente vulneráveis a ação de metais como o arsênico , o cádmio e o mercúrio. Esse metais danificam as mitocôndrias, atrapalham a produção de ATP, gerando cansaço crônico. Também atrapalham a função das adrenais contribuindo para a fadiga desse órgão.
Um dos mecanismos de dano aos neurônios cerebrais é pela neurotoxicidade do glutamato em excesso estimulando os receptores NMDA. O mercúrio também provoca esse mesmo mecanismo de neurotoxicidade, inibindo a enzima glutamina sintetase que diminui os níveis do glutamato no cérebro, dessa forma danificando os neurônios que produzem acetilcolina que é o neurotransmissor da memória.
Várias substancias toxicas do meio ambiente se acumulando durante anos vão provocar inflamação crônica, vão facilitar o desenvolvimento de infecções crônicas de baixo grau, todos esses fatores em conjunto vão precipitar o desenvolvimento do Alzheimer
Inflamação devido a resistência insulínica - processo contínuo de caramelização das proteínas do corpo
Deficiência de fatores tróficos do cérebro, alguns deles que são muito estimulados pelo sono e atividade física.
Acúmulo de metais tóxicos
Infecções de baixo grau
A doença de Alzheimer é caracterizada pelo beta amilóide e emaranhado neurofibrilar, porém é necessário a presença desses associado com inflamação crônica para desenvolver a doença. É perfeitamente possível ter as placas com um cérebro totalmente funcional. Analisando as placas se chegou a conclusão de que existe um microbioma vascular ! bactérias que vivem dentro dos vasos sanguíneos.
Muitas pessoas podem passar mal no detox se estiverem com infecção crônica oculta. Portanto pode ser uma boa estratégia primeiro dar um agente polimicrobiano de amplo espectro como prata coloidal ou CDS primeiro antes de um detox, se existe alguma suspeita de infecção crônica. Ou fazer um painel amplo de exames se possível, incluindo uma investigação de herpes, epstein barr, CMV, toxoplasmose e doença de Lyme.
A pessoa deverá estar bem hidratada antes, com bons níveis de glutationa e ALA, bem nutrida, e deve ser dado suporte as membranas celulares (fosfatidilcolina).
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