DBS Gordão Chefe - DIANA -@LAP
Автор: LAP Luzes Artistas Performance
Загружено: 2019-11-04
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Oriundo da periferia da Zona Oeste da capital paulista no final dos anos 1970, Darcy Braga da Souza é mais conhecido pela sigla DBS (que faz tanto referencia as iniciais de seu nome como a Dinastia Black Social).
De origem pobre e filho de pais trabalhadores – o pai vem da construção civil e a mãe foi empregada domestica –, o futuro rapper trouxe do berço a noção de que humildade, dedicação e trabalho honesto formavam a base para vencer na vida.
Contrariando a crença comum e muitas vezes disfarçada de boa parte da sociedade de que os nascidos nas áreas menos favorecidas das grandes metrópoles estão fadados ao crime ou a seguir o destino profissional de seus pais, DBS sempre soube que – embora nunca tenha deixado de se orgulhar do modo como os pais ganhavam a vida – seu destino estava além.
Foi nos bailes da periferia e trabalhando nas ruas do Centro de São Paulo como Office-boy de um grande banco que ele descobriu a velha escola do Hip Hop que, na época, começava a despontar para grandes audiências. Certo de que sua caminhada se encontrava no rap, logo o jovem passou a compor suas rimas e a fazer contato com alguns de seus ídolos e futuros colaboradore s, ganhando notoriedade, como “o menino prodígio da rima”, ainda adolescente, no inicio dos anos 90.
Convidado a fazer parte da Família RZO – coletivo reunido pelo histórico grupo RZO com o intuito de revelar novos talentos da arte do ritmo da poesia –, DBS ganhou projeção ao lado de nomes como Sabotage e Negra Li, devido a sua desenvoltura na composição de versos ágeis e rimas certeiras que davam inicio ao que viria se tornar sua marca pessoal como artista e seria definido como o “estilo DBS”. Tema, inclusive de uma matéria da revista Rolling Stone., que chamou a atenção para o vocal inconfundível do artista que estaria na base da criação deste estilo único.
Ainda como parte do coletivo, do qual fez parte ate 2001, DBS participou de faixas de relevância incontestáveis para a historia do rap brasileiro como Musica Piripac (parceria com KL Jay em Na Batida) Respeito é Pra quem Tem (com Sabotage, no clássico Rap é Compromisso) e Só Bam Bam (com o grupo Apoclipse 16).
A partir daí o rapper passou a se dedicar exclusivamente a sua carreira solo, dando inicio a produção do seu primeiro álbum, O Clã da Vila , lançado em 2003 pelo seu selo Manicômio Sonoro em parceria com a Distribuição da SKY Music, que chegou a vender mais de 45 mil copias, trazendo sucessos como Vai Nafé (Part :Imperio ZO / Função RHK) e Clã da Vila (Part de B. Negão do Planet Hemp), com os quais DBS alcançou os primeiros lugares em execuções nas rádios dedicadas ao gênero, chegando a ser indicado ao sendo indicado ao Hutus daquele ano, como Musico Revelação.
Em 2007 o rapper daria seguimento a sua carreira com o lançamento de O Clã Prossegue, seu segundo álbum, que trazia sucessos como Sem Bilhete, Nego, Pra Registra e Qui Nem judeu. A ultima – que contou com a participação de Sombra do SNJ , Milton Sales , Julio de Castro e de A Quadrilha – ganhou um Clip com Direção Alex Kundera, apontado como grande divisor de águas na produção de vídeos musicais na era digital do Rap Nacional, chegando a alcançar mais de um milhão de acessos e ser apontado como verdadeiro Curta Metragem pela Critica da época.
O disco vendeu 25 mil copias, mesmo em plena explosão do mercado pirata no Brasil. Também foi importante para confirmar o potencial de seu autor que, através de seu talento originalidade fez-se notar pelo publico e pistas de dança na Europa e Japão.
Em 2013, DBS confirmou que não estava de brincadeira com o lançamento do elogiado álbum Gordão Chefe, que repetiu o sucesso de seus antecessores e trouxe grandes parcerias como Emicida, Flora Matos, Projota, Rael, Edi Rock, RZO, Black Alien, Tribo de Jah, Ice Blue e Lino Krizz, entre outros. Contando também com a produção do celebrado DJ Cuca.
Turnê de lançamento Quantas Vezes não me Achei
Celebrando uma carreira que compreende mais de duas décadas, 60 mil copias vendidas em disco físico e centenas de downloads, visualizações e acessos nas mídias eletrônicas, DBS esta de volta com o surpreendente Quantas vezes não me achei.
Disponível para compra via itunes e googleplay, o disco traz as participações mais que especiais de nomes como Rincon Sapiencia, Da Lua e Senhorita Paola, direção musical de Leo Grijo e produção de Nox, Mortal VMG e Pedro Lotto.
Trazendo 11 faixas, dentre as quais se destacam Bandido, Puteiro da Diana, Jesus Anunaki e Samba Maria (belíssima homenagem composta exclusivamente para sua mãe) que já se somam ao leque de grandes sucessos do gordão chefe, o lançamento do disco físico chega com uma nova turnê, que deve passar pelas principais cidades do Brasil e atender a uma antiga exigência dos fas internacionais da Europa e Japão.
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