Stefanie - DESCONFORTO (Prod. Daniel Ganjaman & Grou)
Автор: Stefanie
Загружено: 2025-04-10
Просмотров: 21113
Описание:
Ouça “DESCONFORTO“ em todas as plataformas digitais!
FICHA TÉCNICA DESCONFORTO
Composição & Performance
Autores: Stefanie e Grou
Voz & Letra: Stefanie
Produção Musical
Produção Musical: Daniel Ganjaman & Grou
Programação, teclado, sample e baixo: Grou
Encenação: Maju Toffuli e Alessandra Jacob
Gravação: Daniel Ganjaman & Grou
Mixagem: Daniel Ganjaman
Masterização: Fernando Sanches
Gravado, mixado e masterizado no Estúdio El Rocha
Direção & Produção de Vídeo
Direção: Gabi Jacob
Direção Criativa: Gabi Jacob & Luísa Viscardi
Produção Executiva: Luísa Viscardi
Assistente de produção executiva: Bell Diamantino
Realização: Casa de Clipes & JAMBOX
Fotografia & Pós
Direção de Fotografia: Rafael Avancini
Edição: Gabi Jacob
Color Grading: Luma
Fotografia Still & Backstage: Thales Côrtes
Imagem & Estilo
Styling: Luísa Viscardi
Look: Dod Alfaiataria
Beleza: Allan Azevedo
Cabelo: Thaty Braids
Nails: Stúdio Madami Cris
Label & Distribuição
Gravadora: JAMBOX Records
Editora: JAMBOX & Boa Música
Distribuição: Symphonic
Arte do Single & Direção de Arte e Design: Pedro Von Haggen
Planejamento Criativo: Luísa Viscardi, Finha Faria e Fernanda Felicio
Agradecimentos Especiais
Atelier Studio, Vander Carneiro, Slim Rimografia, Kamau, DJ Roger, DJ GO, Cezinha, Renato Venom e Lucas Aly
Patrocínio: Natura Musical
LETRA
Refrão:
Marretando rima, quebrando esses paradigma
Tanta história revoltante que chega a me indignar
Me ame ou me odeie, trago desconforto
Cês quer viver no conforto e nós quer uma vida digna
Marretando rima, quebrando esses paradigma
Tanta história revoltante que chega a me indignar
Me ame ou me odeie, trago desconforto
Cês quer viver no conforto e nós quer uma vida digna
Verso 1:
Vou contar uns episódios que dá até uma mini série
O primeiro que eu me lembro foi lá na segunda série
Quando a gente é criança não se tem entendimento
Mas já sentia na pele um diferente tratamento
Tinha poucas amizades, andava com a Mariana
Minha aliada do primário, lembrava uma indiana
E um certo dia aconteceu uma situação
Que foi tão desagradável e nos deixou sem reação
Tinha rolado uma festinha e não recebemos convite
Desde cedo já existe, pessoas que nos evite
Do nada uma aluna chega e fala:
“Vocês não foram convidadas pra festa da Clara”
“Porque você é preta e a Mariana é gorda”
Num tom maldoso
Nem se preocupou em fazer sala
Crianças educadas por adultos, cuidado
Tamo ensinando os nossos a se defender
Na infância chorei tanto, engoli vários insultos
Não levo mais desaforo se alguém vem me ofender
Pois vai se arrepender
Hoje eles querem calma
Depois de nos causarem vários traumas
Agora entendo porque cresci retraída
Por todas as vezes que eu já fui excluída
Por muito pouco eu não me afoguei em mágoas
Nesse mar de gente era só um peixe fora d'água
Refrão:
Marretando rima, quebrando esses paradigma
Tanta história revoltante que chega a me indignar
Me ame ou me odeie, trago desconforto
Cês quer viver no conforto e nós quer uma vida digna
Marretando rima, quebrando esses paradigma
Tanta história revoltante que chega a me indignar
Me ame ou me odeie, trago desconforto
Cês quer viver no conforto e nós quer uma vida digna
Verso 2:
Se fosse só comigo tava bom
Mas isso já é rotina pra quem tem a cor marrom
É doce mas não é bombom ter a pele preta
As vezes é amargo a nossa vida é muita treta
Nos tratam sempre como subalternos
Difícil é aceitar ver um preto ocupando um cargo de liderança
Meu mano NB é doutor e evita usar terno no shopping
Pois sempre acham que ele é o segurança
“Saudades Su”!
Estudando virava as madrugada
Passou de cara na OAB e se tornou advogada
Mas no escritório era vista como a secretária
No Fórum adivinha? Era mera estagiária
A cada caso que recordo
Não tem como, me revolto
E vejo o quanto vocês são ridículos
Alê só passou a ser chamada nas entrevista de trampo
Quando tirou a sua foto do currículo
Pra nós é desconforto e pra vocês tanto faz
Falam que é vitimismo pra causa diminuir
Pra essas madame branca somos só serviçais
É o velho clichê
-Oi, você trabalha aqui né mocinha?
-Pega essa peça de roupa pra mim?
-Meu bem, cê tá me vendo de uniforme?
-Ah, cê não trabalha aqui…
-Eu não trabalho aqui!
-Ah, nossa... Desculpa..."
O problema não é ser confundida como atendente
É que cês não querem ver uma Shirley pra presidente
Refrão:
Marretando rima, quebrando esses paradigma
Tanta história revoltante que chega a me indignar
Me ame ou me odeie, trago desconforto
Cês quer viver no conforto e nós quer uma vida digna
Marretando rima, quebrando esses paradigma
Tanta história revoltante que chega a me indignar
Me ame ou me odeie, trago desconforto
Cês quer viver no conforto e nós quer uma vida digna
Se a vida não tá fácil pra ninguém
Imagina pra quem
A pele escura tem
Então nem vem me falar que tá tudo bem
Nem vem que não tá
E paciência fico sem
Se a vida não tá fácil pra ninguém
Imagina pra quem
A pele escura tem
Então nem vem me falar que tá tudo bem
Nem vem que não tá
Desconforto pra quem?
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