Tony de Matos - Chegou o Outono (Nóbrega e Sousa)
Автор: Miguel Ângelo Catarino Vaquinhas
Загружено: 2025-09-22
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DISCO Nº 13615 DO REGISTO 10956 DA EMISSORA NACIONAL!
Esta gravação data de 1968 e pertence à Banda 2 da Face B do disco EP de 45 R.P.M. editado pela Mundusom com o selo Estúdio, a matriz "EEP 50030" e o nome "Tony de Matos - Romance Cigano", em que Shegundo Galarza e os Seus Violinos acompanham o cantor das multidões Tony de Matos na perfomance de quatro canções novas do seu reportório, num disco que obteve o seguinte prefácio do locutor Pedro Moutinho, gentilmente cedido pela Emissora Nacional:
«Há em todo o Mundo quem cante e cante muito bem, expressando vincadamente o tom da alma de cada povo! Há milhões de vozes que entôam cantares e baladas nesse «luna-parque», festivo e ruidoso que é toda a alegria dos povos!
Mas há tàmbém, entre todos, aqueles que se distinguem no meto dessa multidão de cantores e trovadores, pelo encanto exceрcional das suas vozes, pela força do sentimento com gue cantam e, sem dúvida, pela invulgaridade das suas interpretacões.
O cantor português que poderá escutar neste disco é desses raros «trovadores» que a força expressionista da sua voz privilegiada alia um sentimentalismo poético ripicamente português. TONY DE MATOS é o nome desse cantor que tão genuinamente interpreta o sentimento apaixonado, sofredor e nostálgico da nossa gente.
Escute com atenção esta voz, e embora não entenda talvez o poema, na nossa lingua, pode sem esforço sentir com que paixão nós sabemos amar ou sofrer de amor!»
Aqui, Tony e os Violinos de Shegundo nos oferecem uma canção que vem a calhar para este dia de equinócio, de seu nome "Chegou o Outono", da autoria de Nóbrega e Sousa, com letras de António de Sousa Freitas:
De novo já no outono
Diz-me um adeus a tua mão
Que é tal e qual o adeus
Das folhas pelo chão
Depois nas sombras quietas
Ficamos ambos e a saudade
É como um céu que alaga
De eternidade
E a vida está nessas folhas
Que são as horas caídas
As horas em que desfolhas
As nossas vidas
E o outono está onde nós
Seremos névoa e dor
Eu sou tristeza, grito e voz
Pedindo amor
Ó meu amor
Concebido em Outubro de 1967, na 3ª Secção do Gabinete de Estudos Musicais da Emissora Nacional, originalmente para Tony de Matos ser acompanhado pelo Trio de Câmara da Emissora Nacional, constituído por Trompete, Contrabaixo e Órgão, recebeu a seguinte orquestração de David Teller, delineada para a Orquestra Ligeira da Emissora Nacional: 1ª Trompa - 5ª / 1º Clarinete / 1º Flauta / 1º Oboé / 1º Saxofone Contralto / 1º Trombeta / 1º Trombone / 1º Violino A. / 1º Violino B. / 1º Violino C. / 2º Saxofone Tenor / 2º Trombeta / 2º Trombone / 3º Trombeta / 4º Saxofone Tenor / Alto / Bateria / Contrabaixo / Guitarra / Partitura / Piano / Saxofone barítono / Violoncelo.
Esta é a patente discográfica oficial de Tony de Matos, acompanhado por Shegundo Galarza e os Seus Violinos, e muito difundida no Programa da Manhã da Emissora Nacional, onde este disco foi catalogado com o nº 13615 do registo 10956.
Em 1973, seria celebrizada pela voz de Celeste Rodrigues, no LP que a própria gravou para a Riso e Ritmo, e obteria um sucesso muito mais significativo, que suplantaria para o esquecimento esta gravação de Tony de Matos, apesar da criação ser reconhecida pelos puritanos fadistas.
Com este vídeo, celebra-se aqui a chegada do Solstício do Outono, a minha época favorita do ano, que se efectuará a partir das 19 e 19.
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