Discinesia Escapular Exercício de Fortalecimento SERRÁTIL ANTERIOR - Fisioterapia Dr. Robson Sitta
Автор: Dr. Robson Sitta
Загружено: 2018-10-15
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FISIOTERAPIA ESPECIALIZADA em ORTOPEDIA & TERAPIA MANUAL
Exercício de Fortalecimento para o Músculo Serrátil Anterior na Discinese / Discinesia Escapular
O que é discinesia escapular?
O equilíbrio cinemático das escápulas permite que o úmero se desloque com eficiência. Por atuar como uma plataforma estável para a ativação dos músculos proximais a escápula melhora a coaptação da articulação glenoumeral. Kibler e Sciascia denominaram as alterações dos movimentos das escápulas como discinesia escapular. O temo vem do latim dyskinesis (‘dys’ – alteração e ‘kinesis’ – movimento), se referindo ao movimento desequilibrado da escápula.
A discinesia escapular tem sido comumente associada a diversas disfunções do complexo articular do ombro, inclusive, a síndrome do impacto. Pacientes com síndrome do impacto geralmente apresentam diminuição da inclinação posterior, rotação superior e rotação externa das escápulas. Assim, contribui para a compressão das estruturas no espaço subacromial.
A falta controle neuromuscular apropriado das escápulas tem sido relacionada como uma das principais causas da discinesia escapular. Sendo assim, o conhecimento biomecânico rigoroso desta condição é fundamental ao profissional de reabilitação. Poderá ajudar no processo de avaliação e intervenção, com maior eficiência de resultados sempre que a discinesia escapular estiver associada com a disfunção.
Escápula alada vs. Discinesia escapular
Os termos “escápula alada” e “discinesia escapular” (dyskinesia scapular) já foram empregados para tal situação. Entretanto, o primeiro é causado pela lesão do nervo torácico longo, deixando mais proeminente a borda medial da escápula e o segundo. O termo se refere a uma perda de controle dos movimentos voluntários da escápula, situação vista em lesões neurológicas centrais.
Causas da discinesia escapular
Segundo Burkhart, Morgan e Kibler citam que a discinesia escapular pode ser causada por vários fatores. Entre eles podemos citar:
Má postura corporal (excessiva cifose torácica ou lordose cervical);
Lesões nervosas;
Disfunções proprioceptivas;
Fraturas da clavícula;
Lesões acromioclaviculares.
Contudo, as causas mais comuns são resultado da alteração na ativação e coordenação dos músculos estabilizadores da escápula. Outra delas é falta de flexibilidade, fraqueza ou contratura dos músculos e/ou ligamentos no complexo articular do ombro.
Dessa forma, o termo “discinesia escapular” é melhor empregado quando a biomecânica alterada da escápula no repouso ou durante o movimento é resultado da disfunção, contratura ou fraqueza de seus estabilizadores. Quando a escápula não desempenha o seu papel de estabilização, a função do complexo articular do ombro é ineficiente. Essa condição predispõe o indivíduo a desenvolver lesões, tais como às instabilidades, capsulite adesiva e síndrome do impacto.
Segundo Kibler e McMullen, 68% dos pacientes com síndrome do impacto, 94% com lesão labral e 100% dos que apresentam instabilidade glenoumeral possuem discinesia escapular. Porém, ainda há dúvidas se a discinesia escapular representa um fenômeno primário ou secundário nas lesões do complexo articular do ombro. Por esse motivo o interesse em estudos sobre o movimento escapulo torácico vem crescendo consideravelmente
Escápula durante os movimentos do ombro
Durante a elevação do membro superior, a escápula deve rodar para cima e externamente, além de inclinar posteriormente.
Os músculos serrátil anterior e trapézio são essenciais para que esse movimento ocorra de forma funcional. Eles contribuem para o posicionamento adequado da escápula durante as atividades de elevação. O músculo serrátil anterior é considerado um dos principais músculos de fixação da escápula na caixa torácica durante a elevação do membro superior.
Seu enfraquecimento contribui para um déficit importante na rotação externa da escápula. Esses movimentos são necessários para uma boa cinemática de elevação do membro superior. Além disso, o músculo trapézio em sua porção média e inferior apresentam grande importância para:
Uma boa rotação externa da escápula;
Elevação do ângulo supero medial da escápula.
Diferentes estudos apontam para alterações na atividade eletromiográfica (serrátil anterior, trapézio fibras superiores e inferiores) e na cinemática (tronco, escápula e úmero), durante a elevação do membro superior no plano escapular em pacientes com sinais de síndrome do impacto.
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