Por que eu sempre escolho o mesmo tipo de pessoa?
Автор: Instituto Hoffman do Brasil e Sucursal Portugal
Загружено: 2026-03-04
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Essa pergunta não é sobre azar no amor.
Ela é sobre padrão.
Dentro da visão do Processo Hoffman, partimos de um princípio consistente com diversas abordagens da psicologia: o modelo de amor que vivemos na infância se torna o modelo de amor que buscamos e repetimos na vida adulta. Não porque queremos sofrer, mas porque esse modelo é familiar.
O Processo Hoffman traduz isso de forma muito prática.
Na infância, aprendemos padrões com nossos pais ou cuidadores: formas de lidar com afeto, rejeição, crítica, abandono, controle ou ausência.
Esses padrões foram, naquele momento, estratégias de sobrevivência emocional. Mas o problema é que eles não ficam na infância; eles se transformam em:
o tipo de pessoa que nos atrai;
o tipo de comportamento que toleramos;
e até o tipo de dor que consideramos normal no amor.
A neurociência ajuda a entender o porquê.
O cérebro busca o que é conhecido, mesmo que seja desconfortável. O familiar gera uma falsa sensação de segurança. Por isso, muitas vezes, confundimos intensidade com amor, instabilidade com paixão, ou até rejeição com desejo.
Isso tudo talvez explique por que alguém pode dizer que quer um relacionamento saudável, mas se sentir atraído repetidamente por relações difíceis.
O trabalho do processo não é culpar os pais, mas trazer consciência, porque só podemos transformar aquilo que conseguimos enxergar.
E, a partir daí, surge a possibilidade de escolher diferente, a partir de um lugar interno mais integrado, onde as inteligências emocional, intelectual, corporal e espiritual começam a trabalhar juntas.
Você não está escolhendo a pessoa errada; você está sendo fiel a um padrão que ainda não foi transformado.
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