Afonso Portinha _ A Cotovia | Part. Isabel Silvestre
Автор: Afonso Portinha
Загружено: 2024-08-07
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#afonsoportinha #acotovia #isabelsilvestre
“A Cotovia”, o pássaro que não cantou mais…. Foi embora ou sua voz foi calada?
Uma música “desenhada” pelo meu tio Silvestre Gomes e que reflete a tristeza dele ao perceber que, após muitos anos de ausência da sua terra Natal, Vilarinho, esta já não tinha o amor dos velhinhos que cultivavam as terras ou os cantares que davam cor às serras.
Com um novo arranjo e paixão pelo projeto de todos, abaixo mencionados, estou certo que é uma nova oportunidade de vermos cotovias a voar. Se não for pelas serras, que seja no coração de cada um de nós.
Muito obrigado a todos, em especial ao Dinis (meu irmão) e Gregório (meu avô) pela entrega que deram à sua personagem e à Isabel por dar a sua força tão própria a esta canção. Obrigado, ainda, a todos os que não estão, mas têm um papel importante para que o sonho vire realidade.
Um FORTE abraço, compartilhem e desfrutem da "Cotovia"!
Façam-na voar bem alto!
Uma Produção de Afonso Portinha
Contatos: Instagram- @afonso portinha
E-mail: [email protected]
Música:
Letra e Melodia: Silvestre Gomes
Arranjo Musical: Afonso Portinha e Eva Pinho
Produção Musical: Sonante Estúdio Áudio (Eva Pinho)
Contato: [email protected];
Afonso Portinha, João Almeida e Rodrigo Silva
Gravação: Unistudio (Rodrigo Silva, Nuno Santos e Sérgio Cunha)
Contato: [email protected]
Mistura e Masterização: Rodrigo Silva
Contato: Instagram - @rodrigobsilva
Vozes:
Afonso Portinha
Isabel Silvestre
Acordeão:
Daniela Fernandes
Guitarra Elétrica e Viola Beiroa:
Rodrigo Silva – Insta: @rodrigobsilva
Percussão:
João Almeida - Insta: @joaoalme1da
*Muito obrigado a estes fantásticos músicos e amigos que deram asas à “Cotovia” para que possa, agora, voar bem alto!
Vídeo:
Edição e Realização: Tiago Rodrigues Vídeo
Contato: Instagram- trvideografo
Afonso Portinha e Marco Marques
Direção de Fotografia:
Foto David Marques (Marco Marques)
Contato: [email protected]
Técnico de Luzes (Cine-Teatro Jaime Gralheiro):
Mário Figueiredo
Locais:
Casa Silvestre, Vilarinho (Manhouce)
https://casasilvestre.pt/
Contatos: Tel- 934207647
E-mail- [email protected]
Cine-Teatro Jaime Gralheiro, S.Pedro do Sul
https://www.cm-spsul.pt/conteudo.asp?...
*Muito obrigado à Casa Silvestre, Junta de Freguesia de Manhouce (Carlos Laranjeira) e Câmara Municipal de S. Pedro do Sul por darem um ninho tão belo à “Cotovia”!
Interpretação: Afonso Portinha, Daniela Fernandes, Dinis Portinha, Gregório Silvestre, Isabel Silvestre, João Almeida, Rodrigo Silva
*Muito obrigado a estes “atores” amigos e familiares que deram cor às penas Da “Cotovia”!
Agradecimentos Especiais: Dinis Portinha, Gregório Silvestre, Cristina Silvestre, Oscar Portinha, Natália Aido António Silvestre, Maria dos Anjos Correia, Carminda da Eira, Carlos Antunes, Nuno Silvestre, Carlos Laranjeira, Mário Figueiredo, Junta de Freguesia de Manhouce, Câmara Municipal de S. Pedro do Sul
*Muito obrigado a estes amigos e familiares que tanta ajuda deram para criar o habitat ideal para a “Cotovia”
Letra:
Bala Grande, se me ouves
Diz-me o que aconteceu
Se quem cantava foi embora
Ou se quem cantava morreu
O fogo que te queimou
Renovou-te para melhor
Mas o que mais se renovou
Parece que foi pra pior
Eu ouvi a cotovia
Cantar naquela ramada
Cotovia foste embora
Ou tua voz foi calada
Diante de tanta tristeza
A morte é quase nada
Vilarinho sobe aos altos
Vai ao encontro do céu
Procura velhos caminhos
Onde a vida se perdeu
Vê o iteiro do Vintém
Ou o alto da sacristia
Foi lá que o sol se escondeu
Fez-se noite ao meio dia
Oh alto das cabeçadas
Que tamanha solidão
O frio que vem da estrela
Congelou-te o coração
Eu ouvi a cotovia
Cantar naquela ramada
Cotovia foste embora
Ou tua voz foi calada
Diante de tanta tristeza
A morte é quase nada
Até o cruzeiro do Alto
Símbolo que o amor construiu
O musgo cubriu-lhe as faces
E Todo o amor já partiu
A Mouta e a caparreira
Velhas parecem melhor,
Se um dia o fogo queimar
Não renoveis pra pior
Olhai as terras a monte
Que um dia foram de pão
Que os velhinhos cultivavam
Com o amor do coração
Eu ouvi a cotovia
Cantar naquela ramada
Cotovia foste embora
Ou tua voz foi calada
Diante de tanta tristeza
A morte é quase nada
Eu ouvi a cotovia
Cantar naquela ramada
Cotovia foste embora
Ou tua voz foi calada
Diante de tanta tristeza
A morte é quase nada
Diante de tanta tristeza
A morte é quase nada
Diante de tanta tristeza
A morte é quase nada
Afonso Portinha
https://linktr.ee/afonsoportinha
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