Panambi RS antigamente
Автор: Cidades do Sul
Загружено: 2024-07-31
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Em 1899 foi fundada a colônia Neu-Württemberg ("Nova Württemberg"). Para promover os trabalhos de colonização, Meyer escolheu Dhein como administrador remunerado. Somente em 1919, após a Primeira Guerra Mundial, vieram para a região colonos naturais de Württemberg, com 178 famílias. Uma terceira onda de imigração envolveu luso-brasileiros na década de 1970.
Como empreendimento, porém, a colônia se mostrou vulnerável. Entre 1897 e 1900, a colonizadora teve um déficit maior do que o esperado. Houve, também, desvios de dinheiro feitos por Carlos Dhein, que resultou no rompimento da sociedade e sua quase falência.
Até 1908, pouco movimento aconteceu na colônia. Meyer decidiu terminar com seus negócios no Rio Grande do Sul, deixando a colônia para o Sínodo Rio-Grandense, o que não chegou a ser realizado.
Em 1901, a cidade de Neu Württemberg trocou sua denominação para Elsenau, em homenagem à esposa de Hermann Meyer, que se chamava Else. Em 1938, a cidade trocou seu nome para Pindorama. Em 1944, passou a chamar-se Tabapirã. No mesmo ano, adotou seu atual nome, Panambi. A região também chegou a ser conhecida como Salina, em referência a um conhecido morador, Francisco Manoel de Barros, que, no final do século XIX, possuía uma serraria e um engenho de farinha, além de vender sal, sendo chamado, por isso, de Chico Saleiro.
Em 1949 foi organizada uma comissão pela emancipação da cidade. A localidade, porém, não tinha o número suficiente de moradores, o que levou à ideia de incorporar a vizinha Condor, que pertencia a Palmeira das Missões. Condor, porém, não aceitou por entender que perderia território e arrecadação, começando uma propaganda negativa à iniciativa. Em 15 de dezembro de 1954, a cidade conseguiu sua separação de Cruz Alta e Palmeira das Missões.
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