IMPRENSA NEGRA BRASILEIRA - DE "O HOMEM DE COR" (1833) AO MIDIATIVISMO DIGITAL
Автор: Canal Preto
Загружено: 2022-09-29
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O fortalecimento das mídias negras no Brasil tem levado em consideração que estes mesmos canais são espaços fundamentais para potencializar as narrativas e denúncias contra o racismo antinegro e seu projeto de genocídio à população negra.
Utilizando-se das ferramentas disponíveis e da tecnologia, como jornais-mural e eletrônico, revistas, pôsteres, mídias comunitárias e redes sociais, coletivos de mídia negra incidem suas narrativas em todos os cenários, ampliando as tensões. É a partir de estratégias aí elaboradas que estes grupos têm reafirmado o lugar político de fazer comunicação, ressignificando seu sentido social e pedagógico no Brasil e propondo-a centrada nos agenciamentos políticos.
Diante de contexto adverso, no qual a democratização e a regulamentação midiáticas ainda soam distantes, iniciativas criadas por comunicadores negros e negras para socializar as suas demandas, percepções, projetos e estratégias coletivas de luta têm mostrado-se um caminho possível. Por meio delas, é possível pensar em reapropriação das narrativas sobre negritude, na garantia do livre pensar/expressar e a geração de impactos, sobretudo políticos, que afetam diretamente as condições de vida e existência da população negra brasileira.
Fontes de pesquisa: Brasil Escola, Ensinar História, Biblioteca Nacional Digital - Brasil, Observatório da Impressa, Nexjor e O Menelick 2º Ato.
AGRADECIMENTO:
O Canal Preto sempre agradece às convidadas e convidados pela disponibilidade, o apoio, a confiança e a partilha de conhecimento. Suas falas são a maior referência utilizada na e para a construção de todo conteúdo publicado ao longo da semana.
Gilberto Porcidonio - Formado em Jornalismo e Ciências Sociais pela PUC-Rio, é repórter do Jornal O Globo e colunista do Coletivo Pretaria, pesquisador do Museu Digital de Gilberto Gil, no Google Arts & Culture, e do projeto Querino – sobre uma abordagem afrocentrada da história brasileira – e coautor dos livros "Larica Carioca" (Rio de Letras) e "1979: o ano que ressignificou a MPB" (Garota FM).
Cinthia Gomes - Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP), com pesquisa sobre representação e autoria negra na imprensa do século XIX, a partir da obra do Dr. Luís Gama (1830-1882). Ativista dos movimentos negros e LGBTQIA+ e integrante da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial e da Marcha das Mulheres Negras de São Paulo. Chefe de gabinete da vereadora paulistana Erika Hilton.
Yasmin Santos - Jornalista, escritora e ativista. Colaboradora dos veículos Folha de S.Paulo, Quatro Cinco Um, Elle Brasil, GQ Brasil, The Intercept Brasil, UOL e TV Cultura. Vencedora do Prêmio Maria Felipa, concedido pela Câmara Municipal de Salvador e recipiente de menção honrosa no Concurso de Ensaísmo da Revista serrote, do Instituto Moreira Salles (IMS).
Nabor Jr. - Jornalista e fotógrafo. Fundador e codiretor da Revista O Menelick 2º Ato.
Racismo. Ou você combate, ou você faz parte. Qual dos dois é você?
#CanalPreto #Midiativismo #ImprensaNegra
#ParaTodoMundoVer: no vídeo, temos as seguintes convidadas e convidados, na ordem de aparecimento: Nabor Jr. é homem negro de pele retinta que usa piercing no nariz, óculos no formato aviador, barba na cor preta e dreads no cabelo, além de vestir uma camisa na cor branca. Gilberto Porcidonio é homem negro de pele retinta com cabelo preso em dreads na cor preta que usa barba, óculos arredondados, piercing no septo e veste camisa polo na cor preta. Cinthia Gomes é mulher negra de pele clara que usa tranças loiras e óculos arredondados, além de vestir um agasalho de camisa longa com tons de roxo. Por fim, Yasmin Santos, mulher negra de pele clara, usa cabelos cacheados curtos, óculos de armação arredondada e batom da cor marrom e veste regata na cor preta e camisa aberta na cor marrom.
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